Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Na contramão do petróleo, Ibovespa fecha em alta de 1,02%, aos 131,2 mil pontos

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ibovespa retomou os 131 mil pontos e fechou nesta segunda-feira, 28, no maior nível desde 16 de outubro, mesmo em dia de forte pressão nos preços do petróleo, em queda de 6% na sessão. Contudo, o ajuste em Petrobras foi discreto, com a ON em baixa de 0,20% e a PN, de 0,17% no encerramento, o que garantiu o campo positivo para o Ibovespa, em alta de 1,02%, aos 131.212,58 pontos.

O bom desempenho de Vale (ON +1,86%, máxima do dia no fechamento) e de ações do setor financeiro, com destaque para Bradesco (ON +1,68%, PN +1,81%) e Itaú (PN +1,22%) entre os grandes bancos, assegurou o sinal do Ibovespa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Entre a mínima e a máxima da sessão, o índice flutuou dos 129.893,71 pontos, da abertura, até os 131.420,56 pontos, com giro financeiro a R$ 16,4 bilhões nesta segunda-feira. No mês, o Ibovespa ainda recua 0,46%, com perda no ano a 2,22%. Na ponta ganhadora da sessão, destaque para Azul (+13,99%), IRB (+6,80%) e BRF (+4,71%). No lado oposto, Hypera (-8,70%), Prio (-1,68%) e Brava (-1,35%).

Destaque da sessão, o petróleo fechou em queda robusta, recuando mais de 6% nas mínimas intradiárias e no fim da sessão em Nova York e Londres, após a retaliação de Israel contra o Irã ser mais contida do que o esperado por investidores. Em Nova York, o WTI para dezembro fechou em baixa de 6,12% (US$ 4,40), a US$ 67,38 o barril, no maior recuo intradiário desde 2022. E o Brent para janeiro, em Londres, fechou em queda de 6,12% (US$ 4,63), a US$ 71,00 por barril.

No plano doméstico, "passada a eleição municipal, segue de pé a expectativa do mercado para o anúncio do pacote de corte de gastos prometido pelo governo federal. O sinal é positivo, mas se aguarda agora a sua materialização, o que será fundamental para o desempenho dos ativos locais nas próximas semanas, daqui ao fim do ano", diz Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, enfatizando a correlação favorável vista na maior parte da sessão, com dólar e juros futuros em baixa, e bolsa em alta, em dia moderadamente favorável ao apetite por risco também no exterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Temporada de resultados corporativos, de maneira geral, tem sido favorável, aqui e lá fora, o que favorece um início de semana promissor nesta reta final de outubro", observa também o analista.

"Após uma semana negativa, o Ibovespa iniciou a sessão desta segunda-feira já em alta, flertando com os 131 mil pontos. O dólar, por sua vez, perdeu um pouco de força no início do pregão, impulsionado pelo ingresso de fluxo cambial. Já os juros futuros mostraram as curvas fechando, acompanhando o recuo das taxas americanas", diz Marcelo Boragini, especialista em renda variável da Davos Investimentos. Ao fim, o dólar à vista mostrava leve alta de 0,06%, a R$ 5,7088, e parte da curva de juros doméstica também se ajustou para cima.

"Apesar da agenda esvaziada nesta segunda-feira, a semana trará dados importantes, como o PCE e o payroll, nos EUA. O mercado se encontra em compasso de espera também para as eleições americanas em 5 de novembro. A tendência é de que permaneça lateralizado nos próximos dias", acrescenta Boragini.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV