Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Moody's prevê forte recessão na Argentina e inflação no pico de 275% ao ano em 2024

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Moody's avalia que a pressão inflacionária deve seguir forte na Argentina e que a economia do país deverá encolher 3,5% em 2023 e 2,5% em 2024, antes de regressar a um crescimento "morno" em 2025. A agência prevê que a inflação anual acelere a 275% no ano que vem, à medida que um "ciclo vicioso" de expectativas desancoradas, depreciação cambial e importação de inflação toma posse.

"Esperamos que a crise econômica da Argentina se aprofunde, uma vez que a inação do governo para reduzir os desequilíbrios está levando a um ambiente econômico cada vez mais insustentável", diz a Moody's em relatório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo análise, a estabilização da economia parece cada vez mais difícil e dependerá "crucialmente" das políticas do novo governo, que será escolhido no próximo dia 19 de novembro, na disputa presidencial entre o governista Sergio Massa e o ultralibertário Javier Milei. "Independentemente do resultado, esperamos que a nova administração enfrente enormes dificuldades na correção dos desequilíbrios fiscais e externos que sustentam os enormes desafios econômicos do país", comenta.

A Moody's diz ainda que o aumento da taxa de juros básico argentina a 133% em outubro sugere que o Banco Central da Argentina (BCRA) "está perdendo o controle da situação macroeconômica". Por mais que a autoridade monetária tenha mantido a taxa de câmbio do peso argentino contra o dólar geralmente estável em cerca de 350, reservas cambiais líquidas negativas limitarão a sua capacidade de fazer isso indefinidamente, diz a agência.

"Enquanto isso, uma complexa rede de controle de capitais e taxas de câmbio paralelos está a fomentar um movimentado mercado paralelo para o peso e agravando a inflação" da Argentina, afirma no documento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV