Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Monitor do PIB da FGV aponta alta de 0,7% no 1º trimestre ante o 4º trimestre de 2023

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,7% no primeiro trimestre de 2024 ante o quarto trimestre de 2023, segundo o Monitor do PIB, apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Na comparação com o primeiro trimestre de 2023, houve crescimento de 2,3% no primeiro trimestre de 2024.

No mês de março, o PIB avançou 0,4% ante fevereiro. Em março de 2024 em relação a março de 2023, houve ligeira queda de 0,1%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"O crescimento de 0,7% da economia no primeiro trimestre, na comparação com o quarto de 2023, foi bastante disseminado na maior parte das atividades econômicas e componentes da demanda. Em grande parte dos segmentos, foram registradas taxas mais positivas no primeiro trimestre do que o observado no final de 2023. De modo geral, isto indica um bom início de 2024 para a economia brasileira, de maneira até mais robusta que o crescimento de 2023", afirmou Juliana Trece, coordenadora do Monitor do PIB - FGV, em nota oficial.

Ainda no texto, ela disse que, "apesar disso, é preciso levar em consideração o impacto negativo do desastre que ocorre no Rio Grande do Sul terá na economia nacional."

"O ponto é que mensurar esse impacto não é trivial. Além do efeito direto sobre a economia gaúcha, há os efeitos secundários referentes às cadeias produtivas em que o Rio Grande do Sul participa e os esforços que estão, e serão, realizados para reerguer o estado, como a liberação de recursos para as famílias gaúchas e o início de obras de reconstrução do estado. Em termos econômicos é bastante difícil mensurar como todos esses vetores influenciarão a economia nacional. Em termos sociais, entretanto, as perdas são imensuráveis, com perdas de vidas que poderiam ter sido evitadas com medidas de adaptação do estado às mudanças climáticas", completou a coordenadora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Monitor do PIB antecipa a tendência do principal índice da economia a partir das mesmas fontes de dados e metodologia empregadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo oficial das Contas Nacionais.

No primeiro trimestre de 2024 ante o primeiro trimestre de 2023, sob a ótica da demanda, o consumo das famílias cresceu 4,4%, com resultados positivos em todos os componentes, especialmente nos serviços e nos bens não duráveis.

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, medida dos investimentos no PIB) teve uma elevação de 3,4% no primeiro trimestre ante o mesmo período do ano anterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Com a expectativa de continuidade da redução dos juros ao longo de 2024 e com a base de comparação muito negativa para os demais trimestres de 2023, há a perspectiva de que estes resultados positivos sigam sendo observados na FBCF ao longo de 2024", informou a nota do Monitor do PIB.

A exportação de bens e serviços registrou crescimento de 6,8% no primeiro trimestre ante o mesmo período do ano anterior. Já a importação de bens e serviços aumentou 11,0% no período, sob a influência positiva de serviços e de bens intermediários.

"O crescimento da importação de bens intermediários, no início de 2024, pode indicar maior demanda por parte da indústria de transformação. O destaque negativo foi apenas a importação de produtos da extrativa mineral que retraiu, porém em magnitude pequena (-1,8%)", ponderou a FGV.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em termos monetários, o PIB alcançou R$ 3,04 trilhões no primeiro trimestre, em valores correntes.

A taxa de investimento da economia foi de 18,4% no primeiro trimestre.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV