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Moedas Globais: dólar opera misto com tarifas de Trump, orçamento dos EUA e acordo com Ucrânia

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O dólar operou com sinais divergentes em relação a outras moedas fortes nesta quarta-feira, 26, com o mercado focado na política tarifária dos EUA, após a promessa de Trump de impor tarifas de 25% à União Europeia. A moeda americana foi levemente sustentada pelo anúncio de investigações sobre o cobre, que podem resultar em anúncio de tarifas sobre o metal, e pela aprovação de um plano orçamentário pela Câmara dos EUA. Investidores também acompanham a possível assinatura de um acordo sobre a exploração de minérios pelos EUA na Ucrânia, como parte das negociações para encerrar o conflito com a Rússia.

O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, fechou em alta de 0,10%, a 106,416 pontos, com a moeda americana recuando a 148,98 ienes. O euro, por sua vez, caía a US$ 1,0490, e a libra operava em alta a US$ 1,2681. O dólar americano recuou a 20,4266 pesos mexicanos e avançou a 1,4339 dólares canadenses.

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Trump anunciou a intenção de impor tarifas de 25% sobre importações da União Europeia, como automóveis, e afirmou esperar retaliações, com a aplicação das tarifas prevista para 2 de abril, sem detalhes sobre os produtos a serem afetados.

Ontem, o Partido Republicano aprovou uma proposta orçamentária na Câmara dos EUA, com US$ 4,5 trilhões em cortes de impostos e US$ 2 trilhões em redução de gastos. No mesmo dia, Trump assinou uma ordem executiva para investigar tarifas sobre o cobre.

O ING observou que o dólar teve alívio temporário com o anúncio sobre o cobre e após a aprovação do plano orçamentário, afirmando que "o foco na política fiscal pode dar um fôlego ao dólar e desviar a atenção da desaceleração da atividade do consumidor até que as tarifas voltem ao centro das atenções na próxima semana".

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A Casa Branca espera a assinatura do acordo de minerais com a Ucrânia até sexta-feira, com Trump se reunindo com Zelensky. Trump, porém, negou que oferecerá garantias de segurança à Ucrânia e disse que precisa conversar com a Rússia antes de aliviar sanções.

Hoje, Swati Dhingra, do BoE, disse que o impacto das tarifas dos EUA no Reino Unido depende de como as empresas repassarão os custos, enquanto Tom Barkin, do Fed, repetiu o mesmo discurso de ontem.

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