Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Moedas: dólar avança ante rivais, porém DXY encerra semana abaixo dos 100 pontos

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar avançou nesta sexta-feira, 14, ante o iene, a libra e boa parte das moedas emergentes, apoiado por avanço no sentimento do consumidor e das expectativas de inflação americanas. Os ganhos, contudo, não foram suficientes para sustentar elevação do índice DXY acima dos 100 pontos, consolidando o nível mais baixo da moeda americana desde abril de 2022, em semana marcada pela desaceleração da inflação ao consumidor e ao produtor nos Estados Unidos.

O DXY, que mede o dólar ante uma cesta de seis rivais fortes, fechou em queda de 0,14%, a 99,914 pontos, encerrando a semana abaixo dos 100 pontos e queda na variação semanal de 2,30% - o pior desempenho no período desde novembro do ano passado, segundo a Capital Economics. Na mínima intraday de 99,578 pontos, o índice consolidou o seu menor nível desde abril de 2022.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A pressão sobre o dólar durante a semana veio principalmente de dados apontando arrefecimento no índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) e ao produtor (PPI, em inglês) dos Estados Unidos, o que impulsionou expectativas de que o Federal Reserve (Fed) possa pausar o aperto monetário após elevar uma última vez em julho.

Hoje, a leitura preliminar da Universidade de Michigan, demonstrando avanço do sentimento do consumidor e das expectativas de inflação dos Estados Unidos em julho, deu algum fôlego para o dólar, devolvendo parte das perdas semanais. Por volta das 17h (de Brasília), a libra cedia a US$ 1,3099.

Para o Goldman Sachs, o movimento de venda do dólar é justificado e deve se estender no curto prazo, tendo em vista que os dados de inflação devem continuar "suavizando" nos próximos meses. Em relatório, a LPL Research também avalia que os riscos tendem para o negativo em relação a moeda americana, que pode testar os próximos níveis de suporte em 99,20 e 97 pontos em breve.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, a Capital Economics projeta que existe possibilidade de recuperação para o dólar, caso recessões nos Estados Unidos e em outras grandes economias levem a uma "deterioração renovada no apetite por risco" até o final deste ano.

O Rabobank compartilha a visão de que uma recessão deve revigorar o desempenho do dólar até o final deste ano e prevê que isto deve limitar a alta do euro - que quebrou nesta semana a marca de US$ 1,12 e operou no seu maior nível desde março de 2022. No horário citado, o euro subia a US$ 1,1229.

Em relatório, o Julius Baer observa que o iene também terá dificuldade em manter a valorização registrada nesta semana. "Seria necessário eliminar as taxas de juros negativas, e não apenas do controle da curva de rendimento provavelmente, para garantir de forma sustentável um iene mais forte", avalia o banco. Hoje, o Banco do Japão (BoJ, pela sigla em inglês) anunciou hoje detalhes de como fará a revisão de medidas de política monetária não convencionais adotadas nos últimos 25 anos, com planos de iniciar as discussões durante workshop em dezembro. No horário citado, o dólar subia a 138,88 ienes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre emergentes, o dólar blue, negociado no mercado paralelo, avançava a 522 pesos argentinos, maior nível já registrado e a maior alta na variação semanal dos últimos três meses, segundo o jornal Ámbito Financeiro. O movimento ocorre em meio a incertezas sobre as negociações para um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e enquanto o país luta para estabilizar suas reservas internacionais. No horário citado, o dólar avançava a 265,1115 pesos argentinos no mercado oficial.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV