Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Ministro vê projeto como possível ‘legado’

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Nenhum outro projeto logístico recebe mais atenção dentro do Ministério da Infraestrutura. Há mais de cinco anos, bem antes de ser ministro, Tarcísio Gomes de Freitas atua para tentar viabilizar a concessão da Ferrogrão. O ministro evita comentar sobre os embates entre concorrentes, mas chama a responsabilidade para si ao defender o projeto. "Sinceramente, não sou louco de apostar numa ferrovia que não tenha interessados e que não seja viável. O projeto é absolutamente viável e será um exemplo em licenciamento ambiental", disse.

Em 2020, a Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos do Ministério da Infraestrutura convidou investidores para conhecer o projeto. Recebeu respostas para 22 agendamentos de entrevistas para tratar do tema.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Freitas ainda acredita que o leilão da Ferrogrão pode ser seu "maior legado", porque reposicionaria a matriz ferroviária no mapa nacional. "Já temos o mais difícil em qualquer empreendimento, que é o investidor interessado. A viabilidade ambiental do empreendimento será confirmada naturalmente. Estamos falando de uma ferrovia que terá selo verde, um modal sem emissões, que será erguido ao lado de uma rodovia em área já desmatada. Isso significa menos acidentes em estradas e zero emissões de gases", comentou o ministro.

Freitas reafirma que as condicionantes ambientais do projeto serão detalhadas e a prioridade é fazer a obra sem atropelos. "Os povos indígenas serão ouvidos, bem como todos os interessados. Essa ferrovia será um modelo de sustentabilidade."

As ferrovias representam cerca de 15% do transporte de cargas do País, enquanto as rodovias respondem por 65% e as hidrovias, 15%. A participação dos trilhos chega a 37% na China, a 43% nos EUA e a 81% na Rússia. O Brasil destina de 0,6% a 0,8% do PIB anual para o setor de transportes, longe do cenário ideal, calculado em 2,5%. O Plano Nacional de Logística prevê que o transporte sobre trilhos possa chegar a 30% da matriz nacional até 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV