Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Lula diz que Fazenda terá 'autonomia', mas quer ter 'inserção nas decisões'

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta sexta, 2, que o futuro ministro da Fazenda vai ser a "cara do sucesso do 1.º mandato" em que governou o País (2003-2006), mas avisou que será dele a palavra final sobre as decisões da política econômica. "O ministério tem autonomia, tem um monte de coisa, mas quem ganhou a eleição fui eu. Quero ter inserção nas decisões de economia neste País. Sei o que é bom para o povo, sei o que é bom para o mercado", afirmou.

Lula vem sendo cobrado para anunciar logo o nome do novo ministro da Fazenda em meio à negociação para aprovar a PEC da Transição, que prevê R$ 198 bilhões fora do teto de gastos. Questionado, não respondeu se o escolhido para o posto será o ex-prefeito Fernando Haddad - até agora, o nome mais cotado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ao ser eleito, o presidente Jair Bolsonaro delegou a condução da economia ao ministro Paulo Guedes, a quem se referia como "Posto Ipiranga". Guedes precisou ceder, no entanto, quando as decisões envolviam assuntos de interesse do presidente ou sua busca à reeleição.

Apesar da pressão de setores da política e do mercado financeiro pela indicação de nomes para ocupar os ministérios, Lula disse que só começará a fazer as nomeações após a diplomação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), marcada para o dia 12 deste mês.

Sobre a PEC, afirmou que espera "sensibilidade" do Congresso Nacional para a aprovação do texto. O presidente eleito defendeu ainda que não sejam incluídas nas negociações as emendas do orçamento secreto. "O Brasil precisa dessa PEC. O atual governo é que deveria estar fazendo. Para mim, parece que ele (Bolsonaro) quer deixar esse País a zero para a gente governar. Espero que o Congresso, a Câmara e Senado, tenha sensibilidade para negociar."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV