Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Latam diz que recusou oferta 'incompleta' da Azul

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente do grupo Latam, Roberto Alvo, afirmou no sábado, 27, que, em meio à recuperação judicial, a companhia chegou a receber uma manifestação de interesse de compra, pela Azul, mas que a oferta foi considerada "incompleta" e "insuficiente". "Descartamos as ideias da Azul. Não era possível atuar sobre essa proposta. O conteúdo dela é confidencial", afirmou, em entrevista coletiva. Procurada, a Azul não quis comentar.

A Latam apresentou no fim da noite de sexta-feira seu plano de recuperação judicial, que inclui a injeção de US$ 8,19 bilhões (R$ 45,9 bilhões) no grupo por meio de uma combinação de capital novo, títulos conversíveis e dívida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A proposta será avaliada pela Justiça dos Estados Unidos, onde corre o processo de recuperação, no dia 27 de janeiro. Após o julgamento, a empresa terá um período de exclusividade para negociar a aprovação do plano com credores.

A Azul, porém, mantém conversas nos bastidores com os credores em torno de um plano alternativo, que lhe daria o controle da Latam. A proposta pode ganhar força, portanto, apenas se o plano da Latam for rejeitado pelos credores.

Alvo destacou que o plano apresentado já tem o apoio de 71% dos credores sem garantia. Pela lei de recuperação judicial americana (chapter 11), a companhia precisa da aprovação de 66% deles.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A proposta da Latam prevê uma oferta de direitos de compra de ações de US$ 800 milhões, aberta aos acionistas. Também serão emitidas três classes de títulos conversíveis, oferecidos aos acionistas e, posteriormente, a determinados credores. Esses títulos devem somar US$ 4,64 bilhões.

Alvo não quis comentar se possíveis impactos da nova onda da covid-19 no mercado financeiro podem dificultar o acesso da empresa a capital.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV