Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Juros têm alta, em meio à pressão global na renda fixa por causa da inflação

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Os juros futuros encerraram a sessão desta segunda-feira em alta forte, seguindo a pressão global na renda fixa neste começo de semana. No pior momento da sessão, os vencimentos mais longos de Depósito Interfinanceiro chegaram a saltar mais de 20 pontos-base.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2024 subiu de 12,582% a 12,680%. O janeiro 2025 avançou de 12,031% a 12,165%. E o janeiro 2027 saltou de 11,83% a 11,985%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Mais sensível à política monetária local, que já está no fim de seu ciclo de ajuste, o janeiro 2023 passou de 13,038% a 13,080%.

Em relatório enviado a clientes na tarde desta segunda-feira, o Barclays espera que o Comitê de Política Monetária (Copom) eleve a taxa Selic em 1,0 ponto porcentual, a 12,75%, na decisão desta semana e deixe a porta aberta para um novo ajuste em junho, "se necessário".

A inflação pressionada e a piora das expectativas do mercado devem levar o Banco Central (BC) a adotar uma comunicação mais aberta para o próximo encontro, na avaliação do economista para Brasil do banco, Roberto Secemski.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Todo esse comportamento do DI esteve atrelado à escala dos juros globais, com o retorno da T-note de 10 anos e do T-bond de 30 anos superando a marca psicológica dos 3%. Horas antes do Copom, na próxima quarta-feira, o Federal Reserve anuncia sua decisão de política monetária nos Estados Unidos. O consenso do mercado é de uma elevação de 50 pontos-base do Fed Fund, mas é esperada uma comunicação dura por parte do presidente do BC americano, Jerome Powell, para mostrar o compromisso para debelar a inflação.

Aqui no Brasil, a aposta em mais 100 pontos-base da Selic é unânime.

Antes da decisão sobre os juros, o mercado conhecerá amanhã cedo os dados da produção industrial brasileira em março, para o qual o consenso aponta para uma desaceleração dos 0,7% de crescimento em fevereiro para 0,2% (pesquisa do Projeções Broadcast, com intervalo de -1,2% a 1,1%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta segunda-feira, o índice de atividade econômica do BC (IBC-Br) apontou para uma perda de tração da economia no segundo mês do ano, com alta de 0,34% na margem (menor que a mediana de 0,40%).

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV