Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Juros: Taxas zeram queda com redução no ritmo de baixa dos Treasuries

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Os juros futuros reduziram o fôlego de baixa visto pela manhã e oscilaram à tarde perto dos ajustes de ontem, na medida em que os rendimentos dos Treasuries também desaceleraram o ritmo de queda. O ambiente externo serviu mais uma vez de referência à curva local durante toda a sessão desta quinta-feira de agenda local esvaziada.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2025 fechou em 10,015%, de 10,020% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2026 passou de 9,81% para 9,79%. O DI para janeiro de 2027 encerrou com taxa de 9,98% (de 9,99% ontem) e a do DI para janeiro de 2029 terminou em 10,44%, estável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Pela manhã, as taxas estiveram em baixa moderada, alinhadas à curva americana, com os investidores digerindo vários dados de atividade e seus impactos no quadro das expectativas para política monetária nos Estados Unidos. A aposta de que o Federal Reserve começará a reduzir os juros na reunião de junho é amplamente majoritária, com cerca de 80% de chance, mas a probabilidade de maio também avançou, para quase 44%. O mercado ainda ampliou apostas num ciclo de cortes acima de 100 pontos-base este ano.

As vendas no varejo nos Estados Unidos caíram mais do que o previsto e a produção industrial teve queda inesperada, ambos referentes a janeiro. A taxa da T-Note de 10 anos chegou a cair abaixo de 4,20%, mas retomou o nível no começo da tarde, reduzindo o impulso de queda das taxas locais. No fim do dia, estava em 4,23%.

Carlos André Marinho Vieira, analista-chefe do TC, observa que este período pós-carnaval tem sido de alguma volatilidade para os DIs, imposta por dados americanos em direções divergentes. Ontem os números de inflação vieram acima do esperado e hoje os de atividade surpreenderam para baixo. "As taxas curtas, como para janeiro de 2025, voltaram aos níveis pré-carnaval, mas as longas ainda estão um pouco acima e devem retornar na medida em que os indicadores nos EUA vierem mais amenos", afirma. Amanhã, sai o índice de preços no atacado (PPI, em inglês).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já os fatores locais estão em segundo plano. A pesquisa Focus trouxe mudanças apenas marginais nas medianas de IPCA para 2024 (3,81% para 3,82%) e 2025 (3,50% para 3,51%), enquanto as de Selic seguiram inalteradas, em 9,00% e 8,50%, respectivamente. Na área fiscal, as medidas seguem à mercê do Congresso, que só volta a trabalhar na próxima semana.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV