Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Juros: taxas sobem no pós-Copom, mas mercado ainda espera corte da Selic em agosto

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A falta de sinalização explícita do Banco Central a respeito da possibilidade de corte de juros em agosto forçou um leve ajuste de posições do mercado de DIs, com respectiva alta nas taxas, mas não grande o suficiente para afastar de vez as apostas de que a instituição começará a baixar a Selic em agosto.

"O mercado continua com uma aposta firme de que o BC vai iniciar o ciclo de afrouxamento monetário em agosto", disse o estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno, acrescentando que isso ocorre em função da expectativa de deflação do IPCA em junho, associada à perspectiva de que o Conselho Monetário Nacional (CMN) não fará mudanças drásticas na meta de inflação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Mesmo com estes fatores favoráveis à redução da Selic, especialistas consideraram que o Copom tomou uma decisão acertada ao manter o tom mais duro que o esperado no comunicado.

Camila Abdelmalack, economista-chefe da Veedha Investimentos, destaca que ainda há dúvidas sobre qual será o formato final do projeto de lei do arcabouço fiscal - que foi alterado pelo Senado e precisa passar novamente pela Câmara dos Deputados.

A decisão do CMN a respeito da meta de inflação também é um risco. O Banco Central possui apenas um dos três votos no Conselho. Os outros dois são dos ministros Fernando Haddad, da Fazenda, e Simone Tebet, do Planejamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Esse evento é super relevante para ver se vai ter confirmação da meta de 3% e apenas dissociação em relação ao ano-calendário. Mas acredito que ainda é mais questão envolvendo desfecho do arcabouço", afirmou.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2024 fechou em 13,085%, de 13,073% no ajuste de ontem, enquanto a do DI para janeiro de 2025 encerrou em 11,160%, de 11,137% na mesma comparação. A do DI para janeiro de 2027 terminou em 10,515%, de 10,503%, e a do DI para janeiro de 2029 em 10,810%, de 10,786%.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV