Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Juros: Taxas caem com mais um dado fraco de emprego nos EUA e petróleo em baixa

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A divulgação de mais um indicador sinalizando perda de fôlego no mercado de trabalho dos Estados Unidos, dias antes da publicação dos dados oficiais sobre o setor, pesou sobre os juros dos Treasuries e o dólar e, consequentemente, provocou queda nas taxas dos contratos de DI. O declínio nos preços do petróleo também colaborou, em menor grau, para taxas mais baixas, ao elevar a expectativa de cortes nos preços dos combustíveis e de um cenário de inflação mais benigno.

A ADP divulgou mais cedo que o setor privado dos Estados Unidos criou 103 mil empregos em novembro, menos que os 120 mil esperados pelo mercado. O indicador reforçou o sinal de arrefecimento dado ontem pelo relatório Jolts, que apontou a abertura de 8,7 milhões de postos de trabalho no país em outubro, número que também ficou aquém da previsão de 9,3 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Os números consolidaram a aposta de que os juros nos Estados Unidos podem começar a cair em março, segundo dados da Ferramenta CME FedWatch. "O movimento que a gente vê hoje é reflexo completamente lá de fora", disse Gabriel Costa, analista da Toro Investimentos. "Se você olha os juros dos bonds lá fora, os dos títulos dos Estados Unidos estão recuando, e os de todos os outros também", acrescentou.

Entre os Treasuries, o destaque era a T-note de 10 anos, cuja taxa caía a 4,125%, de 4,186% ontem. Ela também voltou a operar perto da taxa projetada pelas T-notes de 5 anos, que estava em 4,124%, depois de terminar o pregão de terça-feira a 4,154%.

Além do declínio nos juros dos Treasuries, outro fator de pressão sobre as taxas de DIs foi a queda significativa dos preços do petróleo - de mais de 4% para o barril do WTI e de pouco menos que isso no caso do Brent.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Andrea Damico, economista-chefe da Armor Capital, esse movimento, somado à valorização do real ante o dólar, deve deixar os preços domésticos de combustíveis ainda mais baixos que os do exterior, o que aumenta a probabilidade de eles ficarem mais baratos e contribuírem para uma menor pressão inflacionária.

A taxa do contrato de DI para janeiro de 2025 recuou a 10,325%, de 10,374% no ajuste de ontem, enquanto a taxa para janeiro de 2026 caiu a 9,995%, de 10,047%. A taxa para janeiro de 2027 recuou a 10,100%, de 10,159%, e a de janeiro de 2029 teve queda a 10,530%, de 10,601%.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV