Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Juros: taxas caem após decisão do Fed e à espera de sinalização do Copom

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

As taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) passaram a cair, acompanhando os juros dos Treasuries após a decisão do Federal Reserve, e fecharam o pregão em baixa. O foco dos investidores agora se desloca para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que deve elevar a Selic de 13,25% para 14,25%, e para eventuais sinalizações sobre a trajetória da taxa básica brasileira.

O banco central americano manteve os juros intactos, como esperado, mas em comunicado ressaltou a incerteza econômica e decidiu enxugar mais devagar a liquidez injetada no sistema financeiro. Além disso, a instituição reduziu a previsão de crescimento dos Estados Unidos, e a maioria dos membros do comitê de política monetária indicou que espera diminuição nos juros no decorrer deste ano, mesmo diante dos sinais de pressão inflacionária crescente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Para a economista-chefe da CM Capital, Carla Argenta, o conjunto de elementos da decisão do Fed faz prevalecer a expectativa de juros mais baixos nos Estados Unidos, ainda que o presidente Jerome Powell tenha reforçado que a instituição não terá pressa para ajustar a taxa dos Fed Funds.

Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research, ressalta que o fato de os membros do comitê de política monetária do Fed ainda verem chances de cortes nos juros, mesmo sob o cenário que se desenha, justifica a queda das taxas de Treasuries - e, por tabela, dos DIs.

Passada a decisão do Fed, os investidores se preparam para a decisão do Copom, a partir das 18h30. O mercado espera que o colegiado cumpra o prometido e eleve a Selic em 1 ponto porcentual, mas estará atento à avaliação das autoridades sobre os riscos à economia e a sinalizações sobre os próximos níveis da taxa básica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Argenta afirma que a interpretação do Copom sobre os sinais de desaquecimento da economia serão um ponto relevante a se observar no comunicado. Sung espera que o Copom mantenha em aberto a magnitude das próximas altas da Selic, mas reforce no comunicado que ainda deve apertar a política monetária.

A taxa do contrato de DI para janeiro de 2026 caiu a 14,720%, de 14,73% no ajuste anterior. A taxa para janeiro de 2027 diminuiu a 14,400%, de 14,424%, e a taxa para janeiro de 2029 recuou a 14,110%, de 14,188%.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV