Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Juros: DIs curtos fecham em alta, com aposta de Selic a 5,5% no radar de novo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O mercado de juros começou a semana dando sequência ao movimento anterior, com taxas curtas e intermediárias em alta, pressionadas pela piora nos cenários de inflação e Selic, atualmente em 4,25%. Na esteira da leitura negativa do IPCA-15 de julho na sexta-feira, o mercado embutiu mais prêmios hoje em função da deterioração da mediana de IPCA 2022 na Pesquisa Focus e de possíveis efeitos que os eventos climáticos - em especial a onda de frio prevista para chegar ao Sul e Sudeste nesta semana - terão na oferta de alimentos.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 fechou a 6,17%, de 6,067% no ajuste de sexta-feira, e a do DI para janeiro de 2023 subiu de 7,479% para 7,57%. O DI para janeiro de 2025 encerrou com taxa de 8,35%, de 8,345% no último ajuste, e a do DI para janeiro de 2027 caiu de 8,733% para 8,70%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Logo cedo, o Boletim Focus mostrou que, na esteira do IPCA-15 de julho, a mediana de Selic para o fim de 2021 passou de 6,75% para 7,00%, o que não evitou aumento da mediana do IPCA para 2022, de 3,75% para 3,80%. A meta central de inflação no ano que vem é de 3,5%.

Para o economista-chefe do Banco Alfa, Luis Otavio Souza Leal, após cinco semanas de relativa estabilidade, o avanço da mediana para a inflação em 2022 no Focus surpreendeu e foi a "pá de cal" sobre a possibilidade de elevação da Selic de 0,75 ponto na semana que vem.

"Acho difícil agora não vir um aumento do juro de 1 ponto. As expectativas pioraram e o mercado já está precificando 1 ponto. Agora, é igual caminhão na ladeira: deixa descer, tentar parar no meio é pior", argumenta o economista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno, a curva a termo precificava nesta tarde 20% de chance de aperto de 1,25 ponto na taxa básica no Copom de agosto, contra 80% de probabilidade de alta de 1 ponto. Para o fim de 2021, apontava nível de 7,59%.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV