Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Juros: DIs caem com respaldo de dólar enfraquecido e arrecadação mais forte

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A queda dos juros futuros prosseguiu no período da tarde, respaldada pelo dólar mais fraco e por uma arrecadação de impostos em dezembro mais forte. Na véspera da decisão do Copom, operadores mencionam que a principal questão para o comunicado é sobre se a autarquia manterá o plural no parágrafo do forward guidance (o que indicaria decisão para a reunião de maio, além dos 1pp já contratados para março).

A taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 caiu para 15,135%, de 15,161% no ajuste anterior. O DI pra janeiro de 2027 recuou a 15,310%, de 15,357%, e o para janeiro de 2029 cedeu a 15,065%, de 15,086% ontem no ajuste.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Câmbio mais baixo ajuda a devolver um pouco da valorização que puxou os preços de produtos importados, ajudando na projeção de inflação para o ano" e consequentemente para a curva de juros, segundo o estrategista-chefe da RB Investimentos, Gustavo Cruz. O dólar à vista recuou 0,74%, a R$ 5,8696 nesta terça-feira.

Outro ponto de atenção do mercado ficou para a arrecadação de impostos e contribuições federais, que somou R$ 261,265 bilhões em dezembro, uma alta real (descontada a inflação) de 7,78% na comparação com o resultado de dezembro de 2023. O valor veio acima da mediana coletada pelo Projeções Broadcast, que era de R$ 258,065 bilhões.

Na véspera da decisão do Copom, o mercado considera que não há dúvidas sobre a alta de 1 ponto porcentual nas reuniões de janeiro (a desta quarta-feira) e a de março. Contudo, as apostas começam a se dividir sobretudo na reunião de maio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pesquisa do BTG Pactual com 40 participantes mostra que as apostas para a reunião de maio estão, majoritariamente, entre alta de 50 pontos-base (cerca de 35% dos participantes) e de 75 pontos-base (aproximadamente 40%).

Em relatório, o Itaú destaca ainda que considera que a manutenção do ritmo de 100 pontos-base nas duas primeiras reuniões de 2025 do Comitê de Política Monetária (Copom) é "adequada", sem fechar a porta para altas adicionais de mesma magnitude nas reuniões seguintes, "a depender da evolução do cenário, em particular da dinâmica da inflação e das expectativas".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV