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Juro médio no crédito livre sobe a 49,5% em abril, mostra BC; cheque especial vai a 141,1%

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A taxa média de juros no crédito livre subiu de 48,3% em março para 49,5% em abril, informou o Banco Central nesta quinta-feira, 28. Em abril de 2025, a taxa era de 45,0%.

O juro médio do crédito livre para pessoas físicas oscilou de 61,5% para 63,0%.

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A taxa cobrada das empresas subiu de 24,8% em março para 25,3%.

Cheque especial

A taxa do cheque especial avançou de 138,9% para 141,1%. A do crédito pessoal total saiu de 54,8% para 57,1%.

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Veículos

O juro médio no crédito para aquisição de veículos seguiu em 26,6%.

A taxa média no crédito total, que inclui operações livres e direcionadas (com recursos da poupança e do BNDES), oscilou de 33,2% para 33,8%. Em abril de 2025, estava em 31,4%.

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ICC

O Indicador de Custo de Crédito (ICC) passou de 24,1% para 24,3%. O índice mostra o volume de juros pagos, em reais, por consumidores e empresas no mês, considerando todo o estoque de operações, dividido pelo próprio estoque.

Na prática, reflete a taxa de juros média efetivamente paga pelo brasileiro nas operações de crédito contratadas no passado e ainda em andamento.

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Spread

O spread médio em operações de crédito livre subiu de 34,6 pontos porcentuais em março para 35,9 pontos em abril, informou o Banco Central. A métrica representa a diferença entre o custo de captação de recursos pelos bancos e o que é efetivamente cobrado dos clientes finais.

O spread médio no segmento de pessoa física oscilou de 47,5 pontos para 49,2. Nas operações de empresas, passou de 11,6 pontos para 12,3 pontos.

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O spread médio do crédito direcionado, com recursos da poupança e BNDES, seguiu em 4,2 pontos de março para abril. O spread do crédito total, que inclui livre e direcionado, oscilou de 21,9 pontos para 22,6 pontos no período.

Endividamento

O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro oscilou para 49,8% em março, depois de repetir o pico da série histórica em fevereiro, quando chegou a 49,9%, informou o Banco Central nesta quinta-feira.

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Descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento permaneceu em 31,4%, mesmo nível em que estava em fevereiro.

O comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) caiu de 29,6% (revisado, de 29,7%) para 29,3%. Sem contar os empréstimos imobiliários, passou de 27,2% (revisado, de 27,4%) para 27,0%.

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