Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Juro médio no crédito livre cai para 40,4% em abril, aponta BC; cheque especial sobe a 129,9%

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A taxa média de juros no crédito livre recuou em abril ante março. O porcentual passou de 40,5% para 40,4% ao ano, informou nesta segunda-feira, 27, o Banco Central (BC). No quarto mês de 2023, a taxa estava em 44,7%.

Para as pessoas físicas, a taxa média de juros no crédito livre passou de 53,4% para 53,0% ao ano de março para abril.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

No segmento de pessoas jurídicas, a taxa foi de 20,9% para 21,3% entre os dois meses.

Cheque especial

Entre as principais linhas de crédito livre para a pessoa física, destaque para o cheque especial, cuja taxa subiu entre março e abril, de 128,1% ao ano para 129,9% ao ano. No crédito pessoal, a taxa passou de 42,4% para 42,5% ao ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde 2018, os bancos estão oferecendo um parcelamento para dívidas no cheque especial. A opção vale para débitos superiores a R$ 200.

Em janeiro de 2020, o BC passou a aplicar uma limitação dos juros do cheque especial, em 8% ao mês (151,82% ao ano).

Veículos

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os dados divulgados nesta segunda-feira pelo Banco Central mostraram ainda que, para aquisição de veículos, os juros foram de 25,4% ao ano em março para 25,5% em abril.

Operações livres e direcionadas

A taxa média de juros no crédito total, que inclui operações livres e direcionadas (com recursos da poupança e do BNDES), foi de 28,2% ao ano em março para 28,0% ao ano em abril.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No quarto mês de 2023, estava em 31,9%.

ICC

Já o Indicador de Custo de Crédito (ICC) ficou estável em 21,9% ao ano na passagem de março para abril.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O porcentual reflete o volume de juros pagos, em reais, por consumidores e empresas no mês, considerando todo o estoque de operações, dividido pelo próprio estoque.

Na prática, o indicador reflete a taxa de juros média efetivamente paga pelo brasileiro nas operações de crédito contratadas no passado e ainda em andamento.

Spread

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O spread em operações de crédito apresentou queda em abril, ao nível mais baixo em pouco mais de um ano. Dados divulgados nesta segunda-feira pelo Banco Central mostram que o spread bancário médio no crédito livre passou de 30,1 pontos porcentuais em março para 29,6 pontos porcentuais em abril. É o menor spread desde dezembro de 2022 (28,8 pontos).

No segmento pessoa física, o spread passou de 42,9 para 42,1 pontos porcentuais entre os dois meses. Para pessoa jurídica, o spread médio variou de 10,7 para 10,8 pontos porcentuais na passagem de março para abril.

O spread é calculado com base na diferença entre o custo de captação de recursos pelos bancos e o que é efetivamente cobrado dos clientes finais (famílias e empresas) em operações de crédito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O spread médio do crédito direcionado passou de 4,1 pontos porcentuais em março para 4,2 em abril. Já o spread médio no crédito total (livre e direcionado) foi de 19,4 para 19,2 pontos porcentuais entre os dois meses.

Inadimplência

De acordo com o BC, a taxa de inadimplência nas operações de crédito livre com os bancos teve alta entre março e abril, passando de 4,5% para 4,6%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para as pessoas físicas, a taxa de inadimplência foi de 5,4% para 5,5% de um mês para o outro. No caso das empresas, passou de 3,2% para 3,3% no período.

Já a inadimplência do crédito direcionado (recursos da poupança e do BNDES) ficou estável em 1,4% na passagem de março para abril.

O dado que considera o crédito livre mais o direcionado mostra que a taxa de inadimplência também permaneceu em 3,2% entre março e abril.

Endividamento das famílias

O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro fechou o mês de março em 48,0%, ante 47,8% registrado em fevereiro, e revisado nesta divulgação. O recorde da série histórica do Banco Central ocorreu em julho de 2022 (50,1%).

Se forem descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento ficou em 30,1% no terceiro mês de 2024, ante 30,0% em fevereiro, dado também revisado na divulgação realizada nesta segunda-feira pela autoridade monetária.

O Desenrola Brasil terminou em maio, beneficiando 15,06 milhões de pessoas com a negociação de R$ 53,07 bilhões em dívidas - valor que corresponde a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB).

Segundo o Ministério da Fazenda, foi registrada uma redução de 8,7% da inadimplência entre a população mais vulnerável do País, considerada público prioritário do programa. Deste grupo, foram alcançados 5 milhões de pessoas, com a negociação de R$ 25,43 bilhões em débitos

Conforme os dados do BC para o mês de março, o comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) terminou em 26,5%. Em fevereiro, o porcentual era de 25,7%.

O recorde da série foi registrado em junho de 2023, com 28,4%. Descontados os empréstimos imobiliários, o comprometimento da renda variou de 23,6% para 24,4% de fevereiro para março.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV