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JPMorgan Chase supera lucro e receita, mas despesas sobem; no pré-mercado, ação cai 2%

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O JPMorgan Chase registrou lucro líquido de US$ 16,5 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 13% na comparação anual, segundo balanço divulgado nesta terça-feira, 14. O lucro por ação foi de US$ 5,94, acima dos US$ 5,07 registrados no mesmo período do ano passado e superior à expectativa de analistas consultados pela FactSet, de US$ 5,45.

A receita somou US$ 49,8 bilhões (US$ 50,5 bilhões em base ajustada), avanço de cerca de 10% em relação a um ano antes, impulsionada pelo crescimento tanto da receita com juros quanto das receitas não relacionadas a juros. O resultado também superou as projeções, de US$ 49,1 bilhões.

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Apesar disso, as despesas totais cresceram 14%, para US$ 26,9 bilhões, enquanto as provisões para perdas com crédito somaram US$ 2,5 bilhões, abaixo do nível de um ano antes. Entre outros destaques, a divisão de banco de investimento (CIB) teve crescimento de 19% na receita, com alta de 28% nas taxas de investment banking e recorde de US$ 11,6 bilhões em receitas de mercados.

Em comunicado, o CEO Jamie Dimon afirmou que o banco teve "resultados fortes" no trimestre, com desempenho sólido em todas as linhas de negócio. Segundo ele, a economia dos EUA segue resiliente, com consumidores gastando e empresas em boa forma, apoiadas por estímulos fiscais, desregulação e investimentos ligados à inteligência artificial.

Apesar disso, Dimon alertou para um ambiente mais incerto, citando riscos como tensões geopolíticas e conflitos, volatilidade nos preços de energia, incertezas comerciais, déficits fiscais elevados e níveis altos nos preços de ativos. "Esses riscos são significativos e reforçam a necessidade de preparar a empresa para uma ampla gama de cenários", afirmou.

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Às 7h57 (de Brasília), o JPMorgan Chase recuava 1,8% no pré-mercado de Nova York.

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