Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

IPP de novembro é o 10º mês seguido de deflação, mostra IBGE

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A queda de 0,37% no Índice de Preços ao Produtor (IPP) de novembro foi o décimo mês consecutivo de deflação no indicador, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Houve reduções também em fevereiro (-0,12%), março (-0,60%), abril (-0,12%), maio (-1,21%), junho (-1,27%), julho (-0,31%), agosto (-0,21%), setembro (-0,24%) e outubro (-0,47%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Como consequência, o IPP acumulou queda de 4,66% no ano.

O IPP mede a evolução dos preços de produtos na "porta da fábrica", sem impostos e fretes, da indústria extrativa e de 23 setores da indústria de transformação.

Atividades

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o IBGE, a queda de 0,37% nos preços dos produtos industriais na porta de fábrica em novembro foi decorrente de reduções em 12 das 24 atividades pesquisadas.

O recuo de 3,43% nos preços do segmento de outros produtos químicos deu a principal contribuição para o resultado do IPP, responsável por -0,15 ponto porcentual.

"Este é um setor que acompanha bem de perto o movimento internacional, o que não foi diferente em novembro. Os produtos da extração de petróleo e gás e os da extração de minerais ferrosos acompanharam o movimento de recuo dos preços. Em sentido contrário, houve aumento de preços de minérios de cobre e seus concentrados, bruto ou beneficiado, um não-ferroso cujo preço acompanha, em particular, os preços do cobre na bolsa de Londres", justificou Alexandre Brandão, gerente de análise e metodologia no IBGE, em nota do instituto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Houve impacto relevante também das quedas em alimentos (-0,52% e impacto de -0,13 ponto porcentual), outros produtos químicos (-1,52% e impacto de -0,12 ponto porcentual) e refino de petróleo e biocombustível (-0,79% e -0,08 ponto porcentual).

O setor de alimentos foi responsável pelo principal impacto no IPP de mais longo prazo, contribuindo com -2,55 pontos porcentuais para a queda de 4,66% no IPP acumulado no ano e -2,16 pontos porcentuais para o recuo de 3,38% no acumulado em 12 meses. O resultado negativo é puxado por dois tipos de açúcares, arroz e resíduos da soja.

"No caso do açúcar, 2025 tem se mostrado um ano de oferta mundial robusta, com as exportações brasileiras em destaque. O caso da soja não é muito diferente, tendo sido importante a menor demanda exercida pela China. O arroz, por sua vez, teve também uma oferta , particularmente pela ausência de problemas climáticos como os ocorridos em anos anteriores", completou Brandão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O IBGE ressalta ainda que houve contribuição da desvalorização do dólar para a deflação no IPP.

"Além dos aspectos mais diretamente ligados à dinâmica dos mercados dos produtos, outro fator importante, que perpassa várias atividades industriais, foi o comportamento do câmbio, com a apreciação do real frente ao dólar (no ano, em 12,4%, entre novembro de 2024 e novembro de 2025, em 8,0%)", apontou o IBGE.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV