Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

IPCA de junho é o maior para o mês desde 2018, diz IBGE

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A alta de 0,67% registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em junho foi a variação mais elevada para o mês desde 2018, quando o índice havia sido de 1,26%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mês de junho de 2021, o IPCA tinha sido de 0,53%.

A taxa em 12 meses passou de 11,73% em maio para 11,89% em junho. O acumulado em 12 meses está no patamar de dois dígitos há dez meses consecutivos. A última vez que a inflação ficou tanto tempo em dois dígitos foi entre novembro de 2002 e novembro de 2003.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"De fato está mais alta do que tinha se observado nos últimos anos", confirmou nesta sexta Pedro Kislanov, gerente do Sistema de Índices de Preços do IBGE. A meta de inflação para este ano perseguida pelo Banco Central é de 3,5%, que tem teto de tolerância de 5%.

Grupos

O grupo Alimentação e bebidas saiu de um aumento de 0,48% em maio para uma elevação de 0,80% em junho, dentro do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na manhã desta sexta-feira. O grupo contribuiu com 0,17 ponto porcentual para a taxa de 0,67% do IPCA do último mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A alimentação no domicílio aumentou 0,63% em junho. As famílias pagaram mais pelo leite longa vida (10,72%) e pelo feijão carioca (9,74%). Houve recuos nos preços da cenoura (-23,36%), cebola (-7,06%), batata-inglesa (-3,47%) e tomate (-2,70%).

Os alimentos para consumo fora do domicílio subiram 1,26% em junho. A refeição fora de casa subiu 0,95%, enquanto o lanche aumentou 2,21%.

Já os gastos das famílias com transportes passaram de alta de 1,34% em maio para um avanço de 0,57% em junho, um impacto de 0,13 ponto porcentual sobre a taxa registrada pelo IPCA no último mê.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A desaceleração no ritmo de alta na passagem de maio para junho foi influenciada pela queda de 1,20% nos combustíveis. Os preços da gasolina caíram 0,72%, enquanto o etanol recuou 6,41%. Por outro lado, o óleo diesel ficou 3,82% mais caro, e o gás veicular subiu 0,30%.

As passagens aéreas aumentaram 11,32% em junho, um impacto positivo de 0,06 ponto porcentual. Em 12 meses, elas acumulam alta de 122,40%.

O ônibus urbano subiu 0,72%, devido a reajustes em Salvador e Aracaju. Os ônibus intermunicipais ficaram 1,39% mais caros, com elevações em Aracaju, Salvador e Goiânia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV