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IPC-S desacelera a 0,34% no fim de maio, após 0,52% em abril, diz FGV

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O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou o ritmo de alta a 0,34% no fechamento de maio, após elevação de 0,52% no encerramento de abril e de 0,39% na terceira quadrissemana de maio. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira, 2, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o IPC-S acumula agora alta de 4,29% nos últimos 12 meses e de 2,52% em 2025.

O resultado de maio veio em linha com o piso das estimativas coletadas na pesquisa do Projeções Broadcast, de alta de 0,34%. A mediana indicava alta de 0,35%, enquanto o teto era de 0,40%.

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Houve decréscimo em cinco dos oito grupos que compõem o IPC-S na passagem da terceira para a quarta quadrissemana: Alimentação (0,51% para 0,29%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,78% para 0,59%), Transportes (0,09% para 0,02%), Despesas Diversas (0,62% para 0,44%) e Educação, Leitura e Recreação (-0,63% para -0,71%).

Ganharam força, por outro lado, Habitação (0,81% para 0,98%) e Vestuário (0,39% para 0,56%), enquanto Comunicação (-0,50% para -0,34%) registrou deflação menos intensa.

Influências

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As maiores influências individuais que puxaram o índice para baixo neste levantamento do IPC-S partiram de passagem aérea (-6,12% para -6,98%), tomate (-5,84% para -9,09%), arroz (-3,92% para -3,83%), tarifa de telefone móvel (-1,86% para -1,23%) e ovos (-3,61% para -5,01%).

Na outra ponta, puxaram o índice para cima tarifa de eletricidade residencial (2,69% para 3,31%), taxa de água e esgoto residencial (1,46% para 2,07%), café em pó (5,54% para 5,44%), aluguel residencial (0,51% para 0,75%) e batata-inglesa (23,42% para 13,86%).

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