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IPC-S desacelera a 0,16% no fim de junho, afirma FGV, após 0,34% em maio

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O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou o ritmo de alta a 0,16% no fechamento de junho, após elevação de 0,34% no encerramento de maio e de 0,19% na terceira quadrissemana de junho. As informações foram divulgadas nesta terça-feira, 1, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o IPC-S acumula alta de 4,23% nos últimos 12 meses e de 2,69% em 2025.

O resultado de maio veio próximo do piso das estimativas coletadas na pesquisa do Projeções Broadcast, de alta de 0,14%. A mediana indicava aumento de 0,21%, enquanto o teto era de 0,24%.

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Houve decréscimo em seis dos oito grupos que compõem o IPC-S na passagem de maio para junho: Alimentação (0,29% para -0,19%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,59% para -0,02%), Transportes (0,02% para -0,15%), Despesas Diversas (0,44% para 0,05%), Habitação (0,98% para 0,57%) e Vestuário (0,56% para 0,31%).

Ganhou força, por outro lado, Educação, Leitura e Recreação (-0,71% para 1,03%), enquanto Comunicação (-0,34% para -0,07%) registrou deflação menos intensa.

Influências

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As maiores influências individuais que puxaram o índice para baixo neste levantamento do IPC-S partiram de aluguel residencial (-0,19% para -0,73%), desodorante (-4,48% para -6,51%), seguro facultativo para veículo (-2,39% para -2,61%), tarifa de ônibus urbano (-1,37% para -1,84%) e ovos (-7,42% para -5,98%).

Na outra ponta, puxaram o índice para cima tarifa de eletricidade residencial (2,99% para 2,82%), passagem aérea (4,25% para 8,69%), refeições em bares e restaurantes (0,54% para 0,76%), plano e seguro de saúde (0,56% para 0,54%) e taxa de água e esgoto residencial (1,40% para 1,06%).

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