Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Investidores e analistas divergem sobre existência de superciclo de commodities

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Com o mercado de commodities em forte alta, há um debate entre investidores e analistas se os preços vão se sustentar no longo prazo. O Brent subiu 82% desde o fim de outubro, o cobre está no patamar mais elevado desde 2011 e desde 2014 os alimentos não estavam tão caros.

Alguns investidores dizem que estamos no início de um superciclo, período onde os preços de gado, grãos, metais, gás e petróleo avançam por anos, às vezes décadas. Um período forte nas cotações apresenta uma oportunidade para investidores no longo prazo, como aconteceu nos anos 2000 e início da década de 2010, antes dos preços desabarem em 2014.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Analistas do setor, no entanto, acreditam que as chances desse superciclo ocorrer são baixas. Eles dizem que o movimento só ocorre quando uma grande economia, como Estados Unidos ou China, passa por um processo de forte industrialização ou urbanização, criando uma demanda por materiais básicos que os estoques atuais não conseguem suprir.

Esse gatilho não está presente neste momento, acreditam. A rápida recuperação na economia global neste e no próximo ano vai sustentar a demanda, mas além disso, o consumo desses insumos, petróleo em particular, deve cair. Após um período de forte valorização, a tendência é as pessoas procurarem alternativas mais baratas, o que acaba arrefecendo os preços.

Economistas falam que muito da alta das commodities está sob o efeito de rali permanente que o mercado está desde o ano passado, com a liquidez dos mercados que garantiu alta em praticamente todos os ativos, desde ações, metais preciosos, até o bitcoin.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o petróleo, a situação fica ainda mais incerta com a mudança de paradigma do consumo para alternativas de energia limpa. Por enquanto, os preços do mercado ainda são sustentados pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e Rússia, que seguram a produção, e a recuperação na demanda da China e Índia após a pandemia.

(Fonte: Dow Jones Newswires)

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV