Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Integrante do BCE diz que alta de juros busca conter efeitos secundários da inflação

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O membro do Conselho do Banco Central Europeu (BCE) e presidente do Banco da França, Emmanuel Moulin, afirmou que a elevação de juros anunciada na quinta-feira, 11, foi necessária para evitar que o choque inflacionário provocado pela guerra no Golfo Pérsico se espalhe de forma mais ampla pela economia da zona do euro.

Em publicação no LinkedIn, o dirigente destacou que a decisão de elevar a taxa de depósito de 2% para 2,25% visa impedir efeitos de segunda rodada sobre os preços.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Essa decisão sobre os juros é necessária para garantir que os efeitos de segunda rodada permaneçam contidos", escreveu Moulin. Segundo ele, a medida se justifica nos diferentes cenários avaliados pelo BCE para a economia do bloco.

O dirigente afirmou que, três meses e meio após o início do conflito, já está claro que o choque energético será persistente, independentemente da evolução geopolítica no curto prazo. De acordo com Moulin, a alta dos preços do petróleo e do gás começou a ser repassada para outros componentes da cesta de consumo, especialmente alguns serviços, embora ainda não haja sinais de efeitos secundários por meio dos salários.

Moulin observou ainda que as projeções do BCE para a zona do euro foram revisadas para cima no caso da inflação e, de forma mais moderada, para baixo no caso do crescimento econômico. O comentário reforça a avaliação apresentada pela presidente da instituição, Christine Lagarde, de que os riscos inflacionários associados ao conflito permanecem elevados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar do tom firme em relação à inflação, Moulin ecoou Lagarde ao reiterar que o BCE seguirá dependente dos dados para definir os próximos passos da política monetária. "Em um ambiente de elevada incerteza, continuaremos atentos à evolução dos diversos indicadores, sem nos comprometer com uma trajetória predeterminada", afirmou.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV