Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

'Inflação fica em 4,62% e volta para dentro do intervalo da meta depois de 2 anos', diz Tebet

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, comentou o resultado da inflação de 2023, que fechou o ano em 4,62%, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados na manhã desta quinta-feira, 11. Com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) nesse nível, a inflação ficou dentro do intervalo da meta, que era de 3,25%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos.

"Vilã dos mais pobres, inflação de 2023 fica em 4,62% e volta para dentro do intervalo da meta depois de dois anos. Isso significa comida mais barata e mais poder de compra. Sigamos fazendo nosso dever de casa para repetir em 2024 os bons resultados da economia obtidos no ano passado, com foco no emprego, na renda e na qualidade de vida do povo", comentou a ministra em uma publicação no X (antigo Twitter).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O resultado do ano veio um pouco acima das expectativas do mercado, de acordo com o levantamento Focus, divulgada pelo Banco Central na segunda-feira, dia 8. No documento, a projeção do IPCA era de 4,47%. Além disso, o dado ficou maior do que o visto na pesquisa do Projeções Broadcast.

Este ano de 2024 será o último em que o Banco Central (BC) perseguirá uma meta de inflação anual, seguindo o modelo de meta-calendário - o centro é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto para cima ou para baixo.

Em junho do ano passado, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou ao Conselho Monetário Nacional (CMN) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá editar decreto estabelecendo uma meta contínua de inflação a partir de 2025, em substituição à atual meta-calendário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV