Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Inflação da zona do euro deve retornar à meta no segundo semestre de 2025, diz FMI

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Banco Central Europeu (BCE) deverá afrouxar o aperto monetário até uma taxa terminal próxima de 2,5% ao ano, por volta do terceiro trimestre de 2025, conforme comunicado divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) na quarta-feira, 19. Na mesma ocasião, a inflação da zona do euro deverá regressar à meta de 2%, na base anual, ainda de acordo com a instituição.

Após concluir consultas no âmbito do Artigo IV, o FMI destaca que o cenário econômico no bloco permanece demasiadamente incerto e que pressões salariais atipicamente fortes poderão manter a inflação em um patamar mais elevado do que o esperado. Ao mesmo tempo, os riscos de crescimento pendem para o lado negativo, devido a tensões geopolíticas globais e ao enfraquecimento da demanda mundial, segundo o documento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Neste cenário, a recuperação do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro deverá ser modesta em 2024 e acelerar levemente em 2025. No médio prazo, o envelhecimento da população e a queda na produtividade deverão travar um avanço mais robusto, segundo o FMI.

O comunicado diz ainda que é preciso um novo ajuste fiscal para a maioria dos países que integram a zona do euro, a fim de cumprir com o novo quadro de governança econômica da União Europeia e minimizar imediatamente riscos de sustentabilidade para o orçamento no longo prazo.

O FMI avalia que os planos estruturais orçamentários de médio prazo, previstos para setembro, deverão ser sustentados por uma estratégia "clara" e por reformas que promovam "crescimento e resiliência".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para conter a produtividade em queda, o documento recomenda uma integração mais profunda dos mercados financeiros, com a criação de um mercado único no bloco e o aperfeiçoamento de um orçamento que oriente melhor o investimento público. De acordo com o FMI, medidas protecionistas existentes entre países da zona do euro prejudicam uns aos outros enquanto não impedem o crescimento de mercados estrangeiros.

"Sem maior integração e aprofundamento dos mercados financeiros, a Europa não só ficará aquém do seu objetivos transformadores de segurança energética, mitigação das alterações climáticas e transição digital, mas também correm o risco de ficar para trás em relação aos seus pares globais", avalia a instituição.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV