Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Indústria acumula perda de 3,7% em 5 meses de quedas consecutivas, diz IBGE

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A queda de 0,6% na produção industrial em outubro ante setembro fez o setor acumular uma perda de 3,7% em cinco meses de recuos consecutivos, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A última vez que a indústria mostrou uma sequência negativa tão longa foi em 2015, de fevereiro a julho, com perda acumulada na ocasião de 6,7%, contou André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE.

Dos dez primeiros meses de 2021, a indústria cresceu em apenas dois deles: janeiro (0,2%) e maio (1,2%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Com o desempenho negativo de outubro, a indústria opera atualmente em patamar 4,1% inferior ao de fevereiro de 2020, no pré-pandemia.

Quando ainda crescia, em janeiro, a indústria alcançou um saldo positivo de 3,7% em relação ao pré-covid.

Em outubro, a produção industrial estava 20,2% abaixo do patamar recorde alcançado em maio de 2011. O nível atual de produção é semelhante ao de dezembro de 2008, apontou André Macedo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Mês a mês o setor vem perdendo intensidade, diminuindo seu patamar de produção", frisou Macedo.

Revisões

O IBGE revisou o resultado da produção industrial em setembro ante agosto, de queda de 0,4% para baixa de 0,6%. A taxa de agosto ante julho saiu de queda de 0,7% para recuo de 0,8%, a de julho ante junho passou de baixa de 1,2% para queda de 1,4%, a de junho ante maio saiu de recuo de 0,5% para baixa de 0,3%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O resultado dos bens de capital em setembro ante agosto foi revisto de queda de 1,6% para baixa de 1,1%.

Na categoria de bens intermediários, a taxa de setembro ante agosto foi revista de recuo de 0,1% para queda de 0,2%.

O resultado de bens de consumo duráveis em setembro ante agosto passou de queda de 0,2% para recuo de 0,6%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis, a taxa de setembro ante agosto saiu de alta de 0,2% para baixa de 0,2%.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV