Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Inadimplência nos lares em São Paulo atinge menor nível em 3 anos, revela FecomercioSP

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A taxa de inadimplência na cidade de São Paulo chegou ao menor nível em três anos, aponta a FecomercioSP em levantamento cedido com exclusividade ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. De acordo com a federação, 19,2% dos lares paulistanos convivem atualmente com alguma conta em atraso, nível mais baixo desde outubro de 2021.

Nos últimos 12 meses, o volume de famílias inadimplentes caiu 22%, o que representa 220 mil lares a menos com dívidas em atraso, diz ainda a FecomercioSP.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Houve redução também no número de famílias sem condições de pagar as despesas: essa proporção era de 10,4% em agosto de 2023 e hoje é de 8%, menor nível desde janeiro de 2022, segundo o levantamento da entidade.

Na avaliação da FecomercioSP, esses dados são uma boa notícia para a economia da cidade e do Brasil, e os recuos na inadimplência refletem uma conjuntura econômica positiva, na esteira de dados positivos do mercado de trabalho e dos ganhos de renda da população.

"Por exemplo, no último ano, houve um incremento de aproximadamente 170 mil novos empregos formais em São Paulo, enquanto o custo de vida tem crescido em um ritmo mais moderado. Somados à recente diminuição das taxas de juros, que facilitam a renegociação e a gestão das dívidas, esses fatores conformam um contexto positivo para melhoria da situação dos orçamentos doméstico", detalha a entidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cartão de crédito

A imensa maioria dos endividados (87,3%) tem despesas com cartão de crédito, em linha com o que tem acontecido desde o período da pandemia, de acordo com a FecomercioSP. A novidade, no entanto, é que essa proporção tem crescido - em agosto do ano passado a proporção de endividados com despesas no cartão de crédito era de 80,4%.

Modalidades com prazos mais curtos, como o crédito pessoal, também ganharam espaço, enquanto financiamentos de longo prazo e carnês caíram, informa ainda a entidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV