Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

IIF diz que dívida global deve chegar a US$ 310 bi até fim de 2023 e que tendência é de alta

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês) avalia que a dívida pública global segue em alta, chegando à marca de mais de US$ 9,5 bilhões de dólares durante os primeiros três trimestres de 2023, a cerca de US$ 307 bilhões (US$ 60 bilhões a mais que em 2018), com projeção de chegar a US$ 310 bilhões até o fim do ano.

Segundo o relatório, os maiores aumentos foram observados nos Estados Unidos, Japão, França e Reino Unido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Nos mercados emergentes (ME), a acumulação de dívida foi mais acentuada na China, Índia, Brasil e México, com a relação com o Produto Interno Bruto (PIB) atingindo máxima histórica.

Olhando para o futuro, a projeção da instituição é que a relação entre a dívida e o PIB global retome a sua tendência ascendente, "à medida que o dinamismo do crescimento global permanece fraco e as pressões inflacionárias continuam a diminuir".

Ainda, o IIF alerta que uma mudança para governos populistas poderia desencadear níveis de dívida ainda mais elevados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com eleições iminentes em mais de 50 países e regiões em 2024, e tensões geopolíticas acrescidas devido à competição estratégica entre EUA e China e à trágica guerra em Gaza, a crescente polarização política aumenta desafios que podem resultar em mais empréstimos governamentais e ainda menos restrições fiscais, de acordo com a instituição.

Segundo o documento, o cenário poderá afetar o sentimento de investidores, em ambiente de taxas de juro mais elevadas durante mais tempo, "conduzindo potencialmente a pequenos ciclos de expansão e recessão nos mercados de renda fixa", como por exemplo a recente volatilidade no mercado de títulos do Tesouro norte-americano.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV