Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

IIF: Brasil deve crescer 3,2% em 2023 e 2,4% em 2024, apoiado por matérias-primas

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês) prevê que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil será de 3,2% em 2023 e 2,4% em 2024, enquanto o avanço da América Latina, excluindo Argentina, deverá ser de 2,5% em 2024.

Segundo o relatório, a projeção do Brasil implica um desempenho uniformemente distribuído entre os setores. "Ainda assim, os preços das matérias-primas impulsionarão as atividades agrícolas e energéticas, uma mudança estrutural que não só impulsionará o superávit comercial do Brasil, mas também se tornará um importante catalisador de crescimento".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Já para a América Latina, o IIF indica que, embora a tensões geopolítica tenham se intensificado, a região continuará se beneficiando de fatores como sua posição como produtor de matérias-primas, sua localização estratégica longe de grandes conflitos e o reequilíbrio dos fluxos de capital para os mercados emergentes. "No meio da remodelação da cadeia de abastecimento global, o crescimento sólido nos principais parceiros comerciais, como os EUA e a China, onde temos previsões acima do consenso, também deverá reforçar as economias da América Latina".

Ainda, a dinâmica favorável da desinflação e a elevada credibilidade do banco central permitirão uma flexibilização substancial da política monetária, proporcionando apoio adicional, aponta a instituição, indicando que a inflação deve cair ainda mais em 2024, "abrindo caminho para uma flexibilização constante da política monetária na maioria dos países, facilitada pela maior credibilidade do banco central".

Em relação à Argentina, o IIF espera uma queda de 2,4% em 2023 e de 1,3% em 2024, considerando que o novo governo, que será decidido neste domingo, 19, terá de "implementar um plano de estabilização, incluindo medidas de austeridade fiscal, para combater a inflação de três dígitos e reconstituir as reservas externas".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV