TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

IIF alerta para avanço da dívida global com guerra, mas vê resiliência em mercados emergentes

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A dívida global aumentou pelo quinto trimestre consecutivo, avançando em mais de US$ 4,4 trilhões durante o primeiro trimestre de 2026, para atingir um recorde de quase US$ 353 trilhões, alerta o Instituto de Finanças Internacionais (IIF, em inglês) em relatório.

Em termos absolutos, o aumento da dívida foi concentrado na China e nos EUA, impulsionado principalmente pelo endividamento governamental, diz o IIF.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A dívida nos mercados desenvolvidos, entretanto, diminuiu ligeiramente, enquanto a dívida total nos mercados emergentes - excluindo a China - aumentou para um recorde de US$ 36,8 trilhões, com os governos respondendo pela maior parte do avanço.

Como proporção do Produto Interno Bruto (PIB), a dívida global permanece amplamente estável, em torno de 305% desde o início de 2023. Olhando para o futuro, pressões estruturais - incluindo populações envelhecendo, aumento dos gastos com defesa, segurança energética e despesas de capital relacionadas à inteligência artificial - devem elevar os níveis de dívida governamental e corporativa no médio a longo prazo, aponta o relatório.

"O recente conflito no Oriente Médio deve intensificar ainda mais algumas dessas pressões. No curto prazo, no entanto, a trajetória da acumulação de dívida dependerá significativamente dos desenvolvimentos na região e da resposta das autoridades fiscais e monetárias", enfatiza o IIF.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As crescentes pressões inflacionárias - impulsionadas por preços mais altos de energia e alimentos - obrigarão muitos governos, particularmente importadores de energia, a mitigar o impacto econômico por meio de apoio fiscal, levando a déficits mais amplos, endividamento adicional e níveis de dívida mais altos, explica.

O IIF, contudo, vê resiliência nos mercados emergentes, refletindo um apetite sólido por risco para ativos desses países. "As expectativas de um dólar mais fraco fornece suporte adicional para ativos de moeda local de emergentes, enquanto a emissão de eurobônus soberanos de mercados emergentes continuou em um ritmo recorde".

Investidores transfronteiriços também mostraram alguns sinais de diversificação longe dos títulos do Tesouro dos EUA em favor de títulos governamentais europeus e do Japão, adiciona a análise.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV