Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

IGP-M desacelera a 0,21% em julho, após 0,59% em junho,diz FGV

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) desacelerou a 0,21% em julho, após alta de 0,59% em junho, informou nesta quinta-feira, 28, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou abaixo da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, de 0,30%. O levantamento tinha piso de 0,13% e teto de 0,75%.

A inflação acumulada em 12 meses pelo IGP-M arrefeceu de 10,70% para 10,08%, também abaixo da estimativa intermediária do mercado, de 10,18%. No ano até julho, o indicador acumula alta de 8,39%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Nas aberturas, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) arrefeceu de 0,30% para 0,21% em julho. O índice de preços no atacado acumula variação de 10,14% em 12 meses. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M), por sua vez, registrou deflação de 0,28%, com alta de 9,02% acumulada em 12 meses.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) desacelerou de 2,81% para 1,16%, conforme divulgado pela FGV na terça-feira. A alta acumulada em 12 meses é de 11,66%.

No acumulado de 12 meses, a inflação do IPC-M desacelerou a 9,02%, ante 10,23% em junho. Seis das oito classes de despesa do índice registraram alívio em suas taxas de variação em julho - três delas com deflação. A principal contribuição foi de Transportes (0,09% para -2,42%), com destaque para a gasolina, que aprofundou a queda de 0,19% para 7,26%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Educação, Leitura e Recreação (2,63% para -0,86%), Habitação (0,65% para -0,30%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,64% para 0,29%), Vestuário (1,52% para 0,73%) e Despesas Diversas (0,33% para 0,26%) foram os outros grupos a registrar arrefecimento na margem. O movimento foi puxado por desaceleração em passagem aérea (13,40% para -5,20%), tarifa de eletricidade residencial (-0,34% para -3,11%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,67% para -1,43%), roupas (1,75% para 0,65%) e serviços bancários (0,25% para 0,11%), respectivamente.

Na direção oposta, Alimentação (0,74% para 1,47%) e Comunicação (-0,49% para -0,16%) apresentaram aceleração da taxa em julho. Nesses grupos, os itens com maior peso foram laticínios (4,33% para 11,16%) e combo de telefonia, internet e TV por assinatura (-1,22% para -0,30%).

Influências individuais

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a FGV, os itens que mais contribuíram para o alívio do IPC-M em julho foram gasolina (-0,19% para -7,26%), tarifa de eletricidade residencial (-0,34% para -3,11%) e passagem aérea (13,40% para -5,20%). Tomate (-10,84% para -18,26%) e etanol (-6,25% para -9,41%) completam a lista.

Por outro lado, as principais pressões de alta partiram de leite tipo longa vida (6,13% para 21,83%), plano e seguro de saúde (0,65% para 1,17%) e refeições em bares e restaurantes (0,57% para 0,89%), seguidos por mamão papaia (-6,65% para 21,20%) e queijo muçarela (5,04% para 8,46%).

IPAs

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A desaceleração dos preços ao produtor industrial entre junho e julho (0,67% para 0,22%) puxou o alívio do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) do período (0,30% para 0,21%), informou a FGV. O IPA-M agropecuário, por sua vez, teve alta de 0,17%, ante recuo de 0,61% na leitura anterior.

A inflação acumulada pelo IPA-M total em 12 meses arrefeceu de 10,69% em junho para 10,14% em julho. O alívio também foi puxado pelos preços ao produtor industrial, que arrefeceram de 10,12% para 8,73% nessa base.

Nas aberturas por estágios de processamento, os bens finais subiram de 0,58% em junho para 0,69% em julho, alavancados pelo avanço de combustíveis para o consumo (-0,25% para 2,39%). Os bens intermediários aceleraram de 0,85% para 2,00%, devido a combustíveis e lubrificantes para a produção (6,81% para 9,96%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As matérias-primas brutas intensificaram o ritmo de deflação (-0,52% para -2,13%), diante dos recuos de minério de ferro (-0,32% para -11,98%), algodão em caroço (2,28% para -14,02%) e milho em grão (-1,21% para -5,00%). Em contrapartida, os itens bovinos (-3,29% para 4,43%), leite in natura (4,40% para 13,46%) e mandioca/aipim (-4,24% para 8,02%) exerceram pressão para cima no grupo, em julho.

As principais pressões para baixo sobre o IPA-M partiram de minério de ferro (-0,32% para -11,98%), milho em grão (-1,21% para -5,00%) e soja em grão (-0,80% para -2,05%). Algodão em caroço (2,28% para -14,02%) e carne bovina (-1,24% para -3,22%) completam a lista.

Por outro lado, pressionaram o IPA-M para cima os itens óleo diesel (6,96% para 12,68%), leite in natura (4,40% e 13,46%) e bovinos (-3,29% para 4,43%), seguidos por leite industrializado (4,50% para 18,96%) e farelo de soja (-4,39% para 6,79%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV