Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Ideal seria combinação de teto, curva da dívida e primário, afirma Alckmin

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O vice-presidente eleito e coordenador da transição de governo, Geraldo Alckmin, anunciou nesta terça-feira, 22, que a nova âncora fiscal do País, idealmente, deveria combinar teto de gastos, curva da dívida e resultado primário. "O ideal seria fazer uma combinação entre o teto - e se define a melhor fórmula - com a curva da dívida e do resultado primário", afirmou Alckmin, em coletiva no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB). "A âncora fiscal vai ter que ser discutida, haverá sim uma discussão e uma revisão", acrescentou.

De acordo com o coordenador da transição, a discussão sobre a nova âncora fiscal deve ser feita mais à frente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Cada coisa a seu tempo, estamos a 40 dias da posse. Então, a emergência é resolver o orçamento do próximo ano", declarou o vice-presidente eleito. "A discussão para frente terá que ser feita, mas não nesses 30 dias", seguiu.

Novos ministros

Alckmin tentou mais uma vez reduzir as expectativas em relação ao anúncio de nomes de ministros do próximo governo, mas disse que as indicações devem ocorrer "em mais alguns dias". "O presidente (eleito, Luiz Inácio) Lula (da Silva) tem 40 dias para anunciar ministros. Quando fui governador, anunciei os primeiros secretários um mês e meio depois (da posse). Não devemos ter essa correria", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O vice-presidente eleito, porém, disse que "em alguns dias começam (a ser anunciados) os novos ministros". Ele comentou também que algumas indicações de nomes para agências reguladoras e cargos diplomáticos começarão a ser sabatinados pelo Senado.

Outros, no entanto, aguardarão o início do próximo governo, previsto para iniciar em 1º de janeiro de 2023. "É uma continuidade, uma corrida de revezamento, um passa o bastão para o outro", disse.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV