Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Ibovespa volta a renovar recorde, em alta de 0,94%, perto dos 137 mil pontos

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ibovespa iniciou a semana como fechou a anterior, em alta, acompanhando nesta segunda-feira, 26, o aumento das tensões no Oriente Médio, em Israel e no sul do Líbano, o que deu impulso na casa de 3% para os preços do petróleo na sessão, em Londres e Nova York. Na B3, Petrobras (ON +8,96%, PN +7,26%) segurou a ponta positiva do Ibovespa.

No fechamento, o índice mostrava alta de 0,94%, aos 136.888,71 pontos, tendo se reaproximado do recorde histórico durante a sessão, ao marcar 137.013,05 no melhor momento, perto dos 137.039,54 pontos do intradia da última quarta, 21. Para o fechamento, a marca desta segunda-feira corresponde a nova máxima histórica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O giro ficou em R$ 20,6 bilhões nesta segunda-feira. No mês, o Ibovespa sobe 7,24%, a caminho do melhor desempenho desde novembro de 2023, quando avançou 12,54%. O índice segue rumo, também, ao terceiro ganho mensal consecutivo, colocando a alta do ano, até aqui, a 2,01%.

Na ponta do Ibovespa, além de Petrobras, destaque para São Martinho (+3,58%) e Natura (+2,33%). No lado oposto, CVC (-8,00%), Rumo (-2,92%) e Minerva (-2,14%).

Vale ON fechou em alta de 1,13%, o que, combinado ao forte avanço de Petrobras, mais do que compensou o fechamento dos grandes bancos, em tendência negativa na sessão à exceção de BB (ON +0,39%) e de Itaú (PN +0,22%) no encerramento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O início de semana foi de direção mista para os ativos de risco lá fora, com poucos indicadores novos disponíveis na sessão, em que ainda se assimilou as falas do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, no fim da semana passada", diz Rodrigo Ashikawa, economista da Principal Claritas, referindo-se ao processo de afrouxamento monetário nos Estados Unidos, com início sinalizado para a próxima reunião do comitê de política monetária (Fomc), em setembro, ainda que não se tenha grande clareza, no momento, para o ritmo em que será efetivado o ajuste.

Em Nova York, enquanto o Dow Jones fechou o dia em leve alta de 0,16%, o S&P 500 e o Nasdaq cederam, respectivamente, 0,32% e 0,85%.

"O movimento de hoje no Ibovespa foi muito influenciado por Petrobras e Vale, seguindo a alta do petróleo e do minério de ferro", nesta abertura de semana, acrescenta o economista. Em Dalian, na China, o principal contrato futuro do minério subiu 3,45%, a US$ 105,33 por tonelada, enquanto, em Cingapura, a alta chegou a 4,31%, o que recolocou a tonelada na casa dos US$ 100 por tonelada, após 12 sessões abaixo desse limiar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"No Brasil, há desdobramentos importantes na agenda da semana, como a prévia da inflação oficial de agosto, amanhã, com o IPCA-15, e a expectativa para o encaminhamento ao Congresso da PLOA de 2025, o projeto de lei orçamentária para o próximo ano, até o final da semana", acrescenta Ashikawa.

Na agenda do exterior, destaque na quarta-feira para números trimestrais da Nvidia, importante balizadora do setor de tecnologia nos Estados Unidos, e na sexta-feira para o índice PCE, métrica de inflação ao consumidor acompanhada de perto pelo Federal Reserve, observa Hemelin Mendonça, sócia da AVG Capital.

"A respirada do Brent, hoje, foi realmente o fator decisivo para que o Ibovespa se reaproximasse de máxima histórica, durante a sessão, com o impulso dado às ações de Petrobras, com peso relevante no índice", diz Wagner Varejão, especialista da Valor Investimentos. "O temor global sobre recessão tem ficado para trás", em relação ao que se viu no começo do mês, o que apoia a recuperação dos preços de commodities como petróleo e minério, observa o analista. Ele destaca também a relativa acomodação do câmbio, que contribui para o avanço do Ibovespa. Nesta segunda-feira, o dólar à vista permaneceu abaixo de R$ 5,50, a R$ 5,4928, em alta de 0,24% no fechamento da sessão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV