Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Ibovespa tem maior perda em quase um mês, aos 170,3 mil pontos

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ibovespa acentuou perdas desde o início da tarde, em dia de acomodação também em Nova York após sequência de recordes nos três índices de referência dos EUA. Mas conseguiu ao menos conservar, no intradia e no fechamento, o patamar de 170 mil pontos, ainda nos menores níveis desde janeiro, depois da recuperação ensaiada no dia anterior. Nesta quarta-feira, 3, oscilou entre mínima de 170.007,55 e máxima de 174.192,19 pontos, correspondente ao nível de abertura. Ao fim, marcava 170.330,63 pontos, em baixa de 2,22%, com giro a R$ 28,3 bilhões.

Na semana, faltando ainda a sessão de sexta-feira para a conclusão do primeiro intervalo de junho, o Ibovespa cai 1,99%. No ano, limita o avanço a 5,71%. O desta quarta-feira foi o menor nível de fechamento desde 20 de janeiro. Em porcentual, foi a maior perda para o Ibovespa em quase um mês, desde 7 de maio (-2,38%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Bolsa teve uma alta ontem, e caiu com mais força hoje, com Vale devolvendo a recuperação do dia anterior, e os bancos mostrando também uma sangria, afetando o Ibovespa como um todo. Dia de forte correção, que atingiu diversos setores, como o de construção. Não houve um gatilho específico, mas o que tem prevalecido desde o fim de abril é a saída de fluxo estrangeiro, com um cenário ainda de alta para o petróleo que afeta os juros futuros em todo o mundo e a perspectiva para a inflação global, com consequências também para a Selic", observa Rubens Cittadin, especialista em renda variável da Manchester Investimentos.

Para Tales Barros, líder de renda variável da W1 Capital, "a piora do Ibovespa desde o fim da manhã decorre de uma cautela maior ainda em torno da retomada da questão tarifária", nesta semana, por novas iniciativas protecionistas dos Estados Unidos - o que, combinado à proximidade do feriado, na quinta no Brasil, resultou em reversão do movimento de recuperação visto na terça-feira. "Dados oficiais do mercado de trabalho americano, a serem conhecidos na sexta-feira, podem trazer efeito adicional sobre as curvas de juros", diz Barros. "Emergentes seguem no foco", com a reversão de fluxo para parte desses mercados pressionando, também, o Ibovespa.

Assim, na B3, o principal papel do Ibovespa, Vale ON, encerrou a sessão que antecede o Dia de Corpus Christi em queda de 3,78%, na mínima do dia. Petrobras ON e PN, que contribuíam mais cedo para mitigar as perdas do índice da B3, viraram ainda no início da tarde e fecharam nas respectivas mínimas, pela ordem, em baixa de 1,12% e 0,77%. Entre as maiores instituições financeiras, as perdas desta quarta-feira chegaram a 2,34% em Santander Unit no fechamento e 2,12% no principal papel do setor, Itaú PN.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV