TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Ibovespa reduz alta com Powell hawkish, mas renova recorde de fechamento

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ibovespa não conseguiu segurar o nível dos 149 mil pontos, recorde histórico, conquistado pela manhã e perdeu fôlego no período da tarde desta quarta-feira, 29, em sintonia com as bolsas de Nova York após o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, afirmar que a decisão da reunião de dezembro "está longe de ser algo certo".

Ainda assim, o índice renovou recorde de fechamento pelo terceiro pregão consecutivo, visto que o corte de juros nos Estados Unidos nesta quarta-feira e expectativa positiva para reunião entre os presidentes Donald Trump (EUA) e Xi Jinping (China) mantiveram fluxo para o Brasil. A temporada de balanços também contribui, com destaque para alta de Santander (+1,60%) após lucro trimestral de R$ 4 bilhões, puxando outros bancos, além de avanço do minério de ferro impulsionando Vale (+1,82%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

No sexto avanço seguido, o Ibovespa fechou aos 148.632,93 pontos (+0,82%) após oscilar dos 147.429,63 (estável) aos 149.067,16 (+1,11%) pontos. O giro financeiro somou R$ 23,5 bilhões.

A marca histórica de 149 mil pontos foi conquistada por volta das 14 horas, antes da reunião do Fed. Na ocasião, o estrategista da Potenza Capital, Bruno Takeo, dizia que o mercado esperava um discurso dovish de Powell, ainda mais após a inflação medida pelo CPI ter mostrado desaceleração.

Assim como o esperado, o Fed reduziu as taxas dos Fed funds em 25 pontos-base, a 3,75% a 4,0% ao ano, mas a decisão não foi unânime. O diretor Stephen Miran votou por uma redução maior, de 50 pontos-base, e o presidente da distrital de Kansas City, Jeffrey Schmid, defendeu manutenção dos juros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Contudo, o banho de água fria veio principalmente no discurso de Powell, que enfatizou que o Fed cortou 25 pontos-base nas duas últimas reuniões e "há forte sentimento de que é hora de pausar". Em seguida, a probabilidade de o Fed realizar mais um corte nos juros caiu de 85,4% para 84,3%, segundo monitoramento do CME Group.

Para o sócio e analista Rafael Passos, da Ajax Asset, foi uma grande surpresa Powell indicar que o corte de dezembro ainda não está dado. "As bolsas sentiram, porque o mercado já precificava essa queda de dezembro", afirma.

Contudo, o pano de fundo internacional ainda é positivo, segundo o analista de investimentos e co-fundador da Dom Investimentos, Alison Correia. "Expectativa melhor em relação a tarifas de Trump com o mundo, envolvendo China e Brasil - pelo menos um início de conversa -, dá um tom mais tranquilo e faz investidores tomarem mais risco", afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trump e Xi Jinping devem se reunir às 23 horas do horário de Brasília. O presidente norte-americano afirmou que o encontro poderá se estender por três a quatro horas.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV