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Ibovespa recua em meio a incertezas EUA-Irã e cautela com decisões de BCs

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Novas informações reduziram um pouco o temor de que o conflito no Oriente Médio afete o abastecimento de petróleo, o que ajudou a diminuir sutilmente o nervosismo dos mercados mais cedo. Apesar disso, o Ibovespa abriu a sexta-feira, 24, em queda e na faixa de 190 mil pontos e já opera em 190.866,86 pontos (-0,27%).

No radar está a desconfiança de investidores em meio ao vai e vem de notícias desencontradas sobre as tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã, em dia de agenda esvaziada de indicadores e eventos. A proximidade do fim de semana também reforça cautela, dada a possibilidade de novas notícias sobre a guerra.

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"Não tem como se adiantar, se preparar pois as coisas, as notícias estão mudam de forma muito rápida tao rápida", diz João Daronco, analista CNPI da Suno Research, ao referir-se ao noticiário envolvendo a tensão entre EUA e Irã, principalmente. "O Ibovespa caiu nos últimos dias e o petróleo subiu muito por conta das incertezas com o fim do conflito, que aumentaram", completa Daronco.

Além disso, o impacto da disparada recente do petróleo já está contaminando as expectativas de inflação há algumas semanas, elevando cautela para as decisões de política monetária no Brasil e nos EUA, na quarta-feira que vem.

Outro foco de atenção é o aumento da defasagem da gasolina, que ultrapassou a do diesel desde o último dia 15, impulsionada pelas incertezas em relação ao fim dos conflitos no Oriente Médio.

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Hoje, após o petróleo Brent subir à máxima intradia a US$ 101,34 por barril, a commodity virou para o negativo mais cedo. Por volta das 11 horas, cedia 0,22%, a US$ 99,11. As ações da Petrobras cediam entre 1,61% (PN) e -1,36% (ON).

No Brasil os juros futuros operam estão estáveis, após alta ontem, o que penalizou ações mais sensíveis ao ciclo econômico e de bancos.

Nesta sexta-feira, saíram relatos de que o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, prorrogou por 90 dias uma isenção para o transporte marítimo, facilitando a movimentação de petróleo, combustível e fertilizantes no país.

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Ontem, o Ibovespa engatou a segunda queda seguida e fechou em baixa de 0,78%, aos 191.378,43 pontos. Com o recuo, acumula desvalorização semanal de 2,23%.

Mais cedo, o Banco Central divulgou que o déficit em transações correntes foi de US$ 6,036 bilhões em março, após um saldo negativo de US$ 5,592 bilhões em fevereiro. O rombo foi maior do que a mediana da pesquisa Projeções Broadcast, que apontava para um déficit de US$ 5,620 bilhões.

Já entrada líquida de Investimentos Diretos no País (IDP) foi de US$ 6,037 bilhões em março, abaixo da mediana de US$ 6,70 bilhões.

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No campo corporativo, a Usiminas reportou lucro líquido de R$ 896 milhões no primeiro trimestre do 2026, uma alta de 166% na comparação com igual período de 2025. As ações subiam 7,35%.

Já o papel da Vale tinha alta de 0,94%, após avanço de 0,19% do minério em Dalian e de 0,34% em Cingapura. Entre papéis de bancos, os sinais eram divergentes e moderados.

Às 11h23, o Ibovespa caía 0,30%, aos 190.805,57 pontos, ante queda de 0,64%, na mínima aos 190.156,50 pontos, ante alta de 0,01%, na máxima aos 191.390,33 pontos, e abertura em 191.377,91 pontos. Brava puxava o grupo das maiores quedas (-4,36%) e Usiminas, a corrente das altas.

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Nos EUA, os índices das bolsas de Nova York tinham sinais distintos. Enquanto o Dow Jones caía 0,33%, o S&P e o Nasdaq subiam entre 0,22% e 0,67%, respectivamente. Conforme o analista da Suno Resarch, a direção difusa entre a maiores das bolsas norte-americanas e o Ibovespa indica que investidores estão buscando um porto seguro neste momento de maior incerteza que são os EUA. "Quando olhamos o desempenho das Bolsas de lá vis a vis a brasileira, é isso que entendemos", diz João Daronco.

Enquanto nesta semana, o Ibovespa acumula queda de 2,53%, o S&P 500, por exemplo, cede 0,01%.

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