Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Ibovespa ignora NY ruim e fecha na máxima a 122.964,01 pontos, em alta de 0,87%

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ibovespa conseguiu não apenas se sustentar no nível dos 122 mil pontos, marca esta que alcançou na sexta-feira da semana passada, mas quase tocou os 123 mil pontos muito embora diante de um ambiente externo arredio. A força das empresas ligadas às commodities e, marginalmente, os bons resultados corporativos na média, ajudaram o principal índice do mercado acionário brasileiro no desempenho desta terça-feira na qual o temor de uma alta da inflação global - e, por consequência, a necessidade de uma elevação das taxas de juros - tomou os investidores.

Após oscilar mais de 2,5 mil pontos entre a máxima e a mínima intraday, o Índice Bovespa encerrou na máxima com alta de 0,87% aos 122.964,01 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 30,1 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Destaque do dia, as ações da Vale e empresas correlatas surfaram na onda do aumento das commodities e a mineradora encerrou o pregão ganhando 3,51%. Já as preferenciais e ordinárias de Petrobras subiram, pela ordem, 1,82% e 1,32%. O barril do petróleo WTI com entrega prevista para junho avançou 0,55%, a US$ 65,28, enquanto o do Brent para julho aumentou 0,34%, a US$ 68,55.

"Foi o que fez segurar o índice em contraposição aos pares em Nova York", disse Antônio Duarte Jr, sócio da Aplix Investimentos. Em Wall Street, o Dow Jones recuou 1,36% e o S&P500, 0,87%.

"Há uma incerteza maior por conta da expectativa de alta da inflação. O aumento da cotação das commodities continua acontecendo e isso puxa preço de alimentos e preços de produtos industriais para cima", ressalta, completando que esse risco inflacionário está ocorrendo tanto nos países emergentes quanto desenvolvidos. E, afirma, uma das formas tem de conter o movimento é elevando as taxas de juros, com isso, o mercado acionário sempre fica um pouco menos atrativo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O temor que toma conta dos investidores externos ocorre a despeito dos discursos, ato contínuo, dos dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) no qual dizem que picos de inflação devem ser temporários e que a autoridade monetária está monitorando as expectativas no médio prazo.

Aqui no Brasil, nesta terça, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou abril com alta de 0,31% ante avanço de 0,93% em março. Em 12 meses, o resultado foi de 6,76%, dentro das projeções dos analistas, que iam de 6,68% a 6,89%, com mediana de 6,73%.

Também nesta terça, a ata da mais recente reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) indicou a intenção de promover novo aumento de 0,75 ponto no encontro de junho, caso não haja mudança nos condicionantes de inflação. A semana passada, a taxa Selic foi elevada para 3,50% ao ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV