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IBC-Br sobe 1,61% em 12 meses até agosto, revela Banco Central

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O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) acumula alta de 1,61% nos 12 meses encerrados em agosto, na série sem ajuste sazonal, informou a autarquia nesta sexta-feira, 16. É uma ligeira aceleração frente ao mesmo período até julho, quando a alta era de 1,53% (revisado, de 1,48%).

O índice ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor, cresce 1,59%. Em julho, avançava 1,52% (revisado, de 1,48%). O indicador da agropecuária acumula alta de 2,73% nos 12 meses até julho, contra 2,69% (revisado, de 2,25%) no mesmo período até o mês anterior.

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Também em 12 meses, a taxa acumulada pelo IBC-Br da indústria passou de 0,63% (revisado, de 0,65%) para 0,75%. O índice de serviços passou de 1,99% (revisado, de 1,93%) para 2,03%. O indicador de impostos - equivalente, em linhas gerais, à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB) - passou de 0,76% (revisado, de 0,74%) para 0,94%.

No acumulado de janeiro a agosto de 2026, o IBC-Br total cresce 1,55% frente ao mesmo período de 2025. O índice ex-agropecuária avança 1,56%, enquanto o indicador do agro sobe 2,33%. O índice da indústria aumenta 0,62%, o de serviços sobe 2,01% e o de impostos avança 1,05%.

Trimestre

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O IBC-Br total caiu 0,64% no trimestre móvel encerrado em agosto, na série com ajuste sazonal e na comparação com os três meses anteriores. O índice ex-agro recuou 0,72% e o específico do agro 0,22%. A indústria caiu 1,21%, os serviços diminuíram 0,28% e os impostos recuaram 1,09%.

Considerando o trimestre até agosto, mas frente ao mesmo período de 2025 e na série sem ajuste sazonal, o IBC-Br total cresceu 1,63%. O índice ex-agropecuária teve alta de 1,40%, enquanto o específico do agro subiu 5,16%. O índice de serviços subiu 1,68%, o da indústria aumentou 0,74% e o de impostos avançou 1,29%.

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