Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Hypera: lucro das operações continuadas soma R$ 339,4 mi no 1º trimestre, queda de 2,9%

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Hypera Pharma registrou lucro líquido das operações continuadas (ajustado) de R$ 339,4 milhões no primeiro trimestre de 2023, queda de 2,9% ante o mesmo período do ano passado. O lucro líquido somou R$ 339,3 milhões, recuo de 2,2%.

A companhia somou Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) das Operações Continuadas de R$ 587,5 milhões, 16,2% superior ao primeiro trimestre de 2022. A margem ficou em 34,6%, 0,7 ponto porcentual acima na comparação anual. Quando excluída a contribuição de Outras Receitas e Despesas Operacionais Líquidas, o Ebitda das Operações Continuadas apresentou crescimento de 16,1%, chegando a R$ 580,3 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A Hypera obteve alta de 13,7% na receita líquida entre janeiro e março em relação ao mesmo período de 2022, totalizando R$ 1,698 bilhão. Segundo a companhia, em documento enviado à CVM nesta quinta-feira, 27, o resultado se deve, principalmente, ao crescimento orgânico de 9,9% da receita líquida no varejo farmacêutico, impulsionado pelo desempenho recente do sell-out; da contribuição adicional de R$ 43,9 milhões do portfólio de medicamentos adquirido da Sanofi em 2022; além do crescimento de 34,8% da receita líquida do mercado Institucional no período.

O crescimento orgânico do sell-out (vendas diretas ao consumidor) foi de 5,9% no trimestre, influenciado negativamente pelo desempenho registrado nos meses de janeiro e fevereiro. Já em março o indicador recuperou o patamar de um ano antes, chegando a avançar 19,1%. A explicação, segundo a companhia, seria a base forte de comparação em 2022, quando cresceu organicamente 28% sobre janeiro e fevereiro de 2021, diante do aumento de vendas de antigripais por conta do crescimento dos casos de gripe (H3N2) no Brasil.

A companhia encerrou março com dívida líquida de R$ 7,718 bilhões. A dívida líquida pós Hedge totalizou R$ 7,709 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O resultado financeiro da companhia ficou negativo em R$ 265,8 milhões no período, ante R$ 173,6 milhões também negativos de um ano antes. Essa variação é resultado do aumento das despesas com juros no período, consequência do maior endividamento bruto por conta da aquisição do portfólio de marcas da Sanofi e do aumento da taxa Selic.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV