Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Hugo Motta: vem reajuste do imposto das bets, tributação fintechs, e governo quer debater JCP

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o governo deve lançar uma Medida Provisória para tratar de um reajuste do imposto das bets sobre o Gross Gaming Revenue (GGR) de 12% para 18% e incluir um trecho relacionado aos Juros sobre Capital Próprio (JCP).

As declarações ocorreram durante debate promovido pelos jornais Valor Econômico, O Globo e rádio CBN com o tema "Agenda Brasil, o cenário fiscal brasileiro", na manhã desta segunda-feira 9.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Motta listou medidas debatidas na reunião realizada no domingo, 8, entre integrantes da equipe econômica do governo e lideranças do Congresso Nacional para definir alternativas à alta do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

"Pelo que entendi, vem reajuste do imposto das bets sobre o GGR de 12% para 18%. Pelo que entendi, vem tributação das fintechs, tentando igualar ou modular para cima a questão da CSLL. Deve ficar, ali, acho que algo em torno de 40%, 45%, como é hoje a alíquota dos bancos", afirmou.

Motta prosseguiu: "Na parte dos títulos, que hoje são isentos, eles não terão a tributação que os outros títulos que são tributados têm. Eles continuarão incentivados, mas passarão a ser tributados numa alíquota menor, que entra LCI, LCA, CRI e CRA."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente da Câmara continuou: "A JCP, ele (Haddad) inclusive falou ontem lá: tem um projeto que está na Câmara, que ainda não foi votado e que poderia entrar nesse pacote de ajuste. E disse que iria, mais uma vez, reforçar a questão da JCP na medida provisória, mas sem uma incidência imediata. Virá no texto, mas sem força de lei, para que o Congresso possa, de certa forma, fazer esse debate."

Ele acrescentou: "O que eu penso é que o governo quer que esse debate sobre JCP seja feito nessa janela que acabamos criando agora."

VGBL

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente da Câmara disse também nesta segunda-feira que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, não disse qual é a alíquota prevista pelo governo sobre a incidência do IOF sobre aplicações em VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).

Segundo ele, Haddad mencionou de passagem a tributação de alguns títulos, mas ainda não há uma definição.

"Ele não precisou das alíquotas ontem. A não ser uma ou outra. Mas com relação aos títulos, não foi colocado o que virá. Há uma especulação que pode ser 7,5 ou 5%. É melhor aguardar a decisão da Fazenda", declarou o deputado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais cedo, no mesmo evento, Motta declarou que a tributação do VGBL será "reduzida de forma significativa", o que chamou de "uma vitória do Congresso e da sociedade", e que as sugestões serão debatidas com tempo pelos parlamentares.

Em maio, o governo decidiu tributar em 5% os aportes mensais em VGBL superiores a R$ 50 mil. O governo, no entanto, deve alterar a incidência.

Haddad e Motta reuniram-se no domingo para debater alternativas para o IOF. O encontro também teve a presença do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e de líderes da Câmara e do Senado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV