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Harker, do Fed, defende política restritiva e vê força na economia dos EUA, apesar de inflação

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O presidente do Federal Reserve (Fed) de Filadélfia, Patrick Harker, reforçou que a política monetária dos EUA segue "restritiva o suficiente para continuar colocando pressão descendente sobre a inflação no longo prazo". Em discurso na Universidade de Delaware, ele destacou que, apesar do progresso em direção à meta de 2% de inflação ter "desacelerado" nos últimos meses, a cautela é essencial. "Precisamos olhar todos os dados e não ser movidos a agir, em qualquer direção, com base em um relatório de um mês", afirmou.

Harker ressaltou que o Fed está atento aos dados e pronto para reagir na política monetária "se for preciso". Ele citou que mudanças em políticas nos EUA e em outros lugares do mundo podem afetar a dinâmica da inflação, mas defendeu que a política monetária atual não está impactando negativamente a economia. "Devemos deixar a política monetária continuar a trabalhar", disse.

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O presidente do Fed de Filadélfia também destacou que os mercados de trabalho "retornaram, em grande parte, ao equilíbrio", com a economia criando empregos em um ritmo próximo ao visto antes da pandemia. Além disso, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) americano, embora moderado, "segue em território positivo". Para Harker, a economia dos EUA entrou em 2025 em uma "posição de força e saúde relativa", apesar da inflação ainda estar acima da meta.

"Tenho uma perspectiva econômica otimista, com base nos dados, apesar do desafio contínuo de trazer a inflação de volta ao objetivo", concluiu Harker, reiterando a importância de monitorar as tendências de longo prazo e evitar decisões precipitadas com base em flutuações de curto prazo.

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