Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Haddad diz que debate é de 'Estado, e não de partidos'

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Após o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ter enfrentado críticas de bolsonaristas pela postura nas negociações da reforma tributária, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou ontem que o debate sobre a proposta não é um "fla-flu" e defendeu uma "despartidarização e despolarização" do assunto, classificado por ele como sendo "de Estado, e não de partidos".

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou a dizer que ficou chateado pelo apoio do aliado ao texto da reforma, feito após o encontro entre Tarcísio e Haddad no Ministério da Fazenda (mais informações nesta página). "Quando o governador vem aqui e defende a reforma, não está defendendo um partido, um governo, mas o que o País está pedindo", disse Haddad. "Não estamos discutindo política miúda", respondeu Haddad.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Elogios

Além dos elogios de Haddad, o governador de São Paulo recebeu apoio também do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), pelo papel conciliador.

O recuo de Tarcísio sobre Conselho Federativo, crucial para destravar a discussão, é atribuído a uma insatisfação do governador com o próprio secretário da Fazenda de São Paulo, Samuel Kinoshita, apurou o Estadão/Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Pessoas ouvidas pela reportagem relataram que o governador ficou em uma "bolha" paulista ao ouvir apenas Kinoshita e técnicos da equipe da Fazenda contrários a um modelo de arrecadação centralizada. A proposta do Estado previa uma câmara de compensação para operações interestaduais para substituir o Conselho Federativo, que fará a gestão do novo imposto que vai unificar o ICMS (estadual) e o ISS (municipal).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando chegou a Brasília e ampliou o diálogo com técnicos da equipe econômica e outros governadores, Tarcísio teria compreendido a dificuldade de operacionalização de sua proposta. A reportagem colheu relatos de que ele teria dito que foi colocado em uma "furada" ao ser orientado a se posicionar contra a arrecadação centralizada, em um movimento que o indispôs com outros governadores. Isso teria intensificado a insatisfação de Tarcísio com Kinoshita e equipe.

Tarcísio passou a amenizar o discurso público após reunião com os governadores do Sul, Sudeste e Mato Grosso do Sul, na terça-feira. Naquele dia, antes mesmo do encontro, chefes de Executivo já vinham mandando recados. Renato Casagrande (PSB), do Espírito Santo, por exemplo, falou sobre a inviabilidade de se atender integralmente os pleitos de um Estado. (COLABORARAM GIORDANNA NEVES, CÉLIA FROUFE e BRUNO LUIZ)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV