Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Haddad apresentou documento se comprometendo com reindustrialização, diz presidente da Fiesp

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes da Silva, abriu nesta segunda-feira, 2, a reunião da diretoria da entidade relatando o encontro que teve na sexta-feira, 31, com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Durante o encontro, Haddad apresentou um documento com quatro compromissos que, segundo Josué, são fundamentais para a reindustrialização do País.

O primeiro deles é a permissão para que os investimentos em máquinas e equipamentos tenham depreciação "super acelerada", permitindo assim abatimento mais rápido do imposto de renda devido pelas empresas. Este é um pleito da indústria que, afirmou Josué, vai incentivar o retorno dos investimentos, com impacto apenas de prazo na arrecadação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Haddad, conforme relatou o presidente da Fiesp, também se comprometeu a apoiar um plano de financiamento a taxas mais baixas para a indústria. Josué apresentou a ideia como o equivalente a um "Plano Safra para a indústria".

"O ministro se comprometeu a incluir na próxima LOA Lei Orçamentária Anual um valor destinado a termos o equivalente ao Plano Safra para a indústria de transformação", declarou Josué.

Ao lembrar que a equalização dos juros do crédito agrícola está no orçamento federal, o presidente da entidade considerou ser "inconcebível" a indústria não ter o mesmo tratamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os demais compromissos feitos pelo ministro são o apoio ao imposto sobre valor agregado, o IVA, previsto na reforma tributária, e os esforços para a queda da taxa básica de juros, sendo que a apresentação do novo arcabouço fiscal, disse Josué, representa um passo nessa direção.

Conforme Josué, Haddad deixou claro que a condução do juro compete ao Banco Central (BC), mas que torce pela queda da Selic. O presidente da Fiesp elogiou ainda a compreensão da atual gestão federal com a reindustrialização e pontuou que a documentação dos compromissos com o setor se deu por iniciativa de Haddad.

"Admiramos o agronegócio, mas lamento produtor dizer que prefere exportar produtos básicos", declarou o presidente da Fiesp, lamentando que produtores rurais prefiram não agregar valores, o que tem impacto no recolhimento de impostos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Josué observou também que os economistas que estudaram a reforma tributária do IVA estimam ganhos em dez anos. "Entendemos que os ganhos com o IVA vão levar ao aumento de arrecadação em pouco tempo."

Pouco antes de passar a palavra aos deputados envolvidos na costura da reforma tributária, convidados para participar da reunião, o presidente da Fiesp disse defender um IVA isonômico, que não eleve mais a tributação sobre a indústria.

"Se Deus quiser, vamos aprovar a reforma tributaria com apoio popular ... Quando vejo o que acontece na França por conta de reformas, vejo Brasil como especial", disse Josué. "Espero que o Brasil faça uma reforma tributária que faça o País crescer", acrescentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV