TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Guimarães diz que é possível discutir transição, mas rejeita desoneração no fim da escala 6x1

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães, afirmou nesta quinta-feira, 16, que é possível discutir um período de transição para o fim da escala de seis dias de trabalho e um de descanso. O novo chefe da articulação do governo rejeitou, por outro lado, a desoneração de empresas como forma de compensação para a implantação da medida.

"A transição eu acho que é possível discutir, mas isso quem vai dizer é o Congresso. Eu acho que não tem que ter mais desoneração. Pelo contrário, o país não suporta isso. Não tem país que sobreviva economicamente, com o governo renunciando a quase um trilhão de reais", disse o ministro da SRI em entrevista coletiva para jornalistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O posicionamento de Guimarães é um contraponto ao que pensa o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos. Boulos é enfático ao defender que a redução da jornada de trabalho ocorra sem transição e sem desoneração.

No Congresso, o Centrão articula nos bastidores um acordo com o governo onde o fim da escala 6x1 seria aprovado em troca da inclusão no texto de um período de transição para que empresários se adaptem à medida em até cinco anos.

Regulação de trabalhadores de Apps

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Guimarães também declarou que a votação na Câmara do projeto de lei que regula a atividade de trabalhadores de aplicativos deve ficar para depois das eleições. De acordo com o novo ministro da SRI, quem decidiu não colocar em deliberação foram as partes, classificadas por ele como os representantes dos trabalhadores, os aplicativos e os restaurantes parceiros.

De acordo com o novo ministro, a decisão de não deixar ser votado o projeto foi porque o ônus político das mudanças nos aplicativos, com possíveis aumentos dos preços dos serviços, seria todo destinado para o governo.

"Porque a conta vinha toda para o governo. Tinha as plataformas por um lado, os entregadores por outro, os donos de restaurantes por outro e a conta vinha para o governo. De que lado o governo ficaria? Por isso que nós não deixamos votar", declarou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O projeto teve a tramitação suspensa nesta quarta-feira, 15, e teve, além do pedido de Guimarães, do próprio relator da matéria, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), que afirmou que não havia a "valorização do trabalho que fez".

O texto de Coutinho é rejeitado por Boulos, que montou um grupo de trabalhadores no Palácio do Planalto que fez sugestões que não foram incluídas por Cleitinho, como valor mínimo de R$ 10 por corrida e o adicional de R$ 2,50 por quilômetro em corridas que superem 4 quilômetros. O ministro da Secretaria-Geral chegou a dizer que o relatório está repleto de "retrocessos".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV