Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Guedes discute com CCJ e relator cronograma da reforma administrativa na Câmara

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ministro da Economia, Paulo Guedes, recebe no período da tarde desta quarta-feira a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, Bia Kicis (PSL-DF), e o relator da reforma administrativa no colegiado, o deputado Darci de Matos (PSD-SC), para discutirem o calendário de tramitação da proposta. O encontro tem início às 14h30 e contará também com a presença do secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital da pasta, Caio Paes de Andrade.

A CCJ da Câmara será o primeiro ponto de análise da matéria, enviada pelo governo na forma de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC). A comissão é quem delibera sobre a admissibilidade e constitucionalidade da reforma antes que o texto siga para as demais etapas de discussão e aprovação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Na terça, o relator Darci de Matos disse ao Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) que pretende apresentar seu relatório sobre a admissibilidade da proposta até a primeira semana de abril. Ele havia se reunido pela manhã com a equipe técnica do Ministério da Economia para tratar de detalhes. Matos quer fazer de uma a duas audiências públicas sobre o texto no colegiado.

A reforma administrativa é uma promessa de campanha do presidente da República, Jair Bolsonaro. O texto que está na mesa foi entregue pelo governo ao Congresso em setembro do ano passado. O conteúdo prevê mudanças nas regras do funcionalismo público dos Três Poderes, nas esferas federal, estadual e municipal, mas abarca apenas futuros servidores, não atingindo, portanto, os atuais.

Dentre outros pontos, a PEC acaba com a estabilidade de parte dos novos servidores, passando a ser garantida somente para os servidores das chamadas carreiras típicas de Estado, como diplomatas e auditores da Receita Federal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se aprovada na CCJ, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), deve criar uma comissão especial para avaliar o mérito da proposição, em um prazo de 40 sessões.

Como se trata de uma alteração na Constituição, o texto precisará do voto favorável de, pelo menos, 3/5 dos parlamentares de cada Casa, isto é, 308 dos 513 deputados e 49 dos 81 senadores, em cada um dos dois turnos de votação tanto da Câmara quanto do Senado.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV