Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Guedes: 1ª lição da pandemia foi liberdade para governos decidirem sobre recursos

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira, 15, que o Brasil aprendeu duas grandes lições durante a pandemia de coronavírus. A primeira foi a liberdade para os governos decidirem para onde vão usar os recursos. A segunda, a importância de se diminuir a desigualdade no País.

"Estamos devendo isso para a população e temos como fazer isso", afirmou Guedes, durante o painel 'Sem tempo a perder: debate sobre a urgência de transformar o Brasil e o papel das instituições e do Estado', realizado durante o evento virtual 'Diálogos para um melhor Estado', do Movimento Pessoas à Frente, criado pela Fundação Lemann, Instituto Humanize e República.org,.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Sobre o Orçamento, Guedes salientou que o governo federal transferiu mais de R$ 150 bilhões durante a pandemia para Estado e municípios. "Nunca receberam tanto dinheiro", garantiu.

Para ele, um prefeito ou governador não deveria ser obrigado a gastar 96% do dinheiro carimbado e contar com o resto para a atividade política, trabalhar com 4% do orçamento. "Isso não é correto, isso é errado. Na margem, a decisão tem que ser feita a cada vez. Essa decisão é incontornável e foi grande decisão da pandemia, a do poder político decidir sobre orçamento."

Investimentos

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ministro da Economia disse também que a recuperação da economia doméstica já está em andamento e agora é preciso assegurar a continuidade dos investimentos. "Brasil já está com crescimento contratado, precisamos de persistência desse capital instalado", comentou.

Ele voltou a dizer que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil caiu menos do que outras grandes economias e ressaltou que há mais de R$ 540 bilhões já contratados em investimentos. Citou avanços feitos durante o governo de Jair Bolsonaro, como a aprovação da reforma da Previdência, da independência do Banco Central, da lei de falências, da estatais, do marco do gás, da cessão onerosa, além de venda de aeroportos e concessões rodovias, entre outros.

Guedes salientou que há 30 anos, há revezamento do poder no País e que a atual administração está trabalhando para a transformação do Estado. Ele disse que, apesar da iniciativa em tentar manter o equilíbrio fiscal, o Brasil "sempre se perdeu" no meio desse caminho e citou que o País no passado recente parou de crescer. "Teve estagnação crônica", pontuou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao enfatizar que é preciso fazer planejamento, o ministro disse que nem tudo e soluciona com a criação de uma Pasta voltada apena para esse fim. "Foi com a formação desse ministério que o Brasil perdeu o rumo", afirmou. "Planejamento não significa que vai ter mais recursos", continuou.

Conversa entre Poderes

O ministro da Economia disse que os poderes brasileiros "precisam conversar", independentemente de afinidades."Nossos supremos poderes precisam conversar. Principalmente quando a decisão de um afeta o outro", afirmou, se referindo às decisões judiciais que determinam o pagamento de valores pelo Executivo. "Executivo está tentando fazer seu trabalho com respeito e União".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No evento do Movimento Pessoas à Frente, Guedes defendeu ainda um aumento "moderado" no Bolsa Família. "Ímpetos eleitorais aconteceram no passado e acabou em impeachment, não queremos que isso se repita", completou.

Carta de Bolsonaro

O ministro da Economia voltou a apostar as fichas na carta divulgada pelo presidente Jair Bolsonaro em que recuou de ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF). "Presidente mostrou em sua carta à nação que podemos ter arroubos, mas todos temos que jogar dentro das linhas", afirmou no evento que também contou com o presidente do STF, Luiz Fux, como participante.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) também faria parte do debate, mas alegou um compromisso e falou antes da entrada de Fux e Guedes. Em sua fala, Guedes disse ainda que o governo pode fazer "mais e melhor" com menos recursos.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV