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Grupo Habitação sobe 1,19% em maio ante 0,14% em abril no IPCA; energia elétrica avança 3,62%

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Os gastos das famílias brasileiras com Habitação passaram de uma elevação de 0,14% em abril para uma alta de 1,19% em maio. O resultado levou a uma contribuição de 0,18 ponto porcentual para a taxa de 0,26% registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do último mês, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A energia elétrica residencial aumentou 3,62%, impulsionada pela entrada em vigor da bandeira tarifária amarela no mês de maio, adicionando R$ 1,885 na conta de luz a cada 100 KWh consumidos. O subitem exerceu a maior pressão individual no IPCA do mês, uma contribuição de 0,14 ponto porcentual.

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"A energia elétrica teve reajuste tarifário em algumas regiões, alta de PIS/Cofins e a bandeira tarifária amarela", lembrou Fernando Gonçalves, gerente do IPCA no IBGE. "Lembrando que mês que vem tem novo impacto sobre a energia elétrica, da bandeira vermelha em vigor agora em junho", acrescentou.

Em maio, houve reajustes tarifários nas tarifas de energia elétrica de: Recife, reajuste de 3,33% a partir de 29 de abril; Fortaleza, redução de 1,68% a partir de 22 de abril; Aracaju, reajuste de 6,99% a partir de 22 de abril; Salvador, reajuste de 2,07% a partir de 22 de abril; Belo Horizonte, reajuste de 7,36% a partir de 28 de maio; e Campo Grande, reajuste de 0,91% a partir de 08 de abril.

O gás de botijão aumentou 0,51% em maio, e o gás encanado subiu 0,25%. A taxa de água e esgoto avançou 0,77%, devido a reajustes de 9,98% em Recife desde 26 de abril, de 6,58% em Porto Alegre desde 4 de maio, de 4,76% em Rio Branco desde 1º de maio e de 3,83% em Curitiba a partir de 17 de maio.

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