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Gripe aviária: confirmado novo foco em ave silvestre no RS; suspeita no TO é descartada

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Um novo caso de gripe aviária (influenza aviária em alta patogenicidade) em aves silvestres foi confirmado em Montenegro, no Rio Grande do Sul, conforme atualização mais recente da plataforma de Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves, do Ministério da Agricultura, às 13 horas. O foco envolve aves da espécie joão-de-barro (Furnarius rufus). Além disso, uma suspeita da doença em abatedouro comercial de aves em Aguiarnópolis (TO) foi descartada, com resultado negativo para a gripe aviária.

As notificações em aves e/ou de subsistência não trazem restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros, conforme prevê a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

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No total, o País já registrou 166 casos da doença em animais silvestres no País (sendo 162 em aves silvestres e 4 em leões-marinhos), 3 focos em produção de subsistência, de criação doméstica, e 1 em produção comercial, somando 170 ao todo no País.

Até o momento, há um caso confirmado de gripe aviária (influenza aviária de alta patogenicidade, H5N1) em granja comercial no País, em Montenegro, em um matrizeiro de aves na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Há sete investigações de suspeita de gripe aviária em andamento no País, sendo apenas uma em planta comercial, em uma granja em Anta Gorda (RS). As investigações estão em andamento com coleta de amostra e sem resultado laboratorial conclusivo. Outras três suspeitas são investigadas em aves de subsistência em Aurelino Leal (BA), Quixadá (CE) e Manacapuru (AM). Há ainda três suspeitas envolvendo aves silvestres em Armação dos Búzios (RJ), Ilhéus (BA) e Icapuí (CE).

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Essas investigações são corriqueiras no sistema de defesa agropecuária nacional, já que a notificação é obrigatória. A influenza aviária de alta patogenicidade (vírus H5N1) é uma doença de notificação obrigatória imediata aos órgãos oficiais de defesa sanitária animal do País.

Produtores rurais, técnicos, proprietários, prestadores de serviço, pesquisadores e demais envolvidos com a criação de animais devem notificar imediatamente os casos suspeitos da doença ao Serviço Veterinário Oficial (SVO). O Brasil já realizou mais de 2.500 investigações de suspeitas de gripe aviária desde maio de 2023, quando houve a primeira ocorrência em ave silvestre, segundo o Ministério da Agricultura.

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