Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Governo fará 3ª tentativa de vender edifício que abrigou Rádio Nacional

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O governo vai tentar mais uma vez vender o icônico edifício "A Noite", na Praça Mauá, no Rio de Janeiro (RJ). Segundo o Ministério da Economia, o prédio que já abrigou a Rádio Nacional vai a leilão no próximo dia 14 de julho,por R$ 38,5 milhões.

Esta é a terceira tentativa de venda do edifício. A última foi em junho de 2021, quando o leilão não atraiu investidores ao estipular o preço de R$ 73,5 milhões. Na primeira tentativa, o preço era de R$ 93 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O prédio está abandonado e precisando de reformas relevantes e urgentes. Inaugurado em 1929, o prédio histórico foi o primeiro arranha-céu da América Latina.

O título de "A Noite" é uma referência ao jornal homônimo sediado no local até 1957. O edifício também abrigou o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) e consulados.

Atualmente, o prédio está sem uso pela União, embora custe mais de R$ 2 milhões, por ano, aos cofres públicos, valor que é utilizado com manutenção de elevadores, segurança, brigadistas e taxas de concessionárias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O edifício está sendo vendido por meio da Proposta de Aquisição de Imóveis (PAI), instrumento que permite que pessoas físicas ou jurídicas apresentem ofertas de compra de imóveis da União. O proponente que enviou a PAI terá direito de preferência na data da concorrência pública, mas qualquer pessoa, física ou jurídica, pode participar.

O prédio tem estilo Art Déco e 22 andares, com 102 metros de altura e área construída de 29.377,82 metros quadrados. Em 2013 foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), compreendendo a fachada e elementos arquitetônicos, como a escadaria em caracol, o que vai requerer uma despesa maior do comprador.

"A empresa vencedora terá a obrigação de revitalizar toda a parte tombada de prédio. A alienação do imóvel busca a eficiência na gestão dos ativos do Governo Federal, gerando investimento e contribuindo para o desenvolvimento da região portuária da cidade do Rio de Janeiro", informa a secretária de Coordenação e Governança do Patrimônio da União, Fabiana Rodopoulos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV